DIGITAL AND SOCIAL INCLUSION: THE USE OF THE MICROCOMPUTER AS A PROMOTER OF PSYCHOSOCIAL REHABILITATION

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Elisângela Braga de Azevedo
Priscilla Maria de Castro Silva
Mariana Albernaz Pinheiro de Carvalho
Vagna Cristina Leite da Silva Pereira
Sérgio Ribeiro dos Santos
Maria de Oliveira Ferreira Filha

Resumo

Objetivo: Investigar o uso da tecnologia informática, sobretudo do microcomputador como aliado no processo de reabilitação psicossocial de pessoas em sofrimento psíquico, buscando identificar as repercussões do uso da informática no contexto social dessas pessoas. Métodos: Trata-se de uma pesquisa descritiva - interpretativa de abordagem qualitativa, realizada no município de Campina Grande/PB/Brasil, com 19 profissionais que atuam na rede de cuidado da saúde mental em 2010. Foi utilizada a técnica de análise de conteúdo tipo categorial-temática proposta por Bardin. Resultados: Os resultados apontam para inclusão das tecnologias digitais nos serviços de saúde mental como estratégias fundamentais no processo de reabilitação do usuário. Conclusão: O uso da tecnologia informática é uma ferramenta que promove inclusão social, autonomia e a autoestima dos usuários, fundamentais para o processo de transformação pessoal do portador de sofrimento psíquico. 

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Como Citar
1.
de Azevedo EB, de Castro Silva PM, Pinheiro de Carvalho MA, Leite da Silva Pereira VC, dos Santos SR, Ferreira Filha M de O. DIGITAL AND SOCIAL INCLUSION: THE USE OF THE MICROCOMPUTER AS A PROMOTER OF PSYCHOSOCIAL REHABILITATION. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 1º de julho de 2013 [citado 4º de julho de 2022];5(3):364-72. Disponível em: http://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/2318
Seção
Research
Biografia do Autor

Elisângela Braga de Azevedo, Universidade Federal da Paraíba

Enfermeira. Doutoranda em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba. Docente do Departamento de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande. Membro do Grupo de estudos e pesquisas em saúde mental comunitária – UFPB.

Priscilla Maria de Castro Silva, Universidade Federal da Paraíba

Enfermeira. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba. Professora da Universidade Federal de Campina Grande. Docente do Departamento de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande. Membro do Grupo de estudos e pesquisas em saúde mental comunitária – UFPB.

Mariana Albernaz Pinheiro de Carvalho, Universidade Federal da Paraíba

Enfermeira. Mestre em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba. Professora da Universidade Federal de Campina Grande. Docente do Departamento de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande. Membro do Grupo de estudos e pesquisas em saúde mental comunitária – UFPB. 

Vagna Cristina Leite da Silva Pereira, Universidade Federal da Paraíba

Enfermeira. Mestre em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba. Professora da Universidade Federal de Campina Grande. Professora da Escola de Enfermagem Nova Esperança. Membro do Grupo de estudos e pesquisas em saúde mental comunitária – UFPB. 

Sérgio Ribeiro dos Santos, Universidade Federal da Paraíba

Enfermeiro. Doutor em Ciências da Saúde em Sociologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Professor Associado da UFPB. 

Maria de Oliveira Ferreira Filha, Universidade Federal da Paraíba

Enfermeira. Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará. Professora Adjunto IV da Universidade Federal da Paraíba. Líder do Grupo de Estudos e pesquisa em Saúde Mental Comunitária.

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