Fatores agravantes e atenuantes à percepção de morte em UTI: a visão dos pacientes Aggravating and mitigating factors to death perception in the ICU: a vision of patients

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Jose Joeudes de Queiroz Nogueira
Jocelly de Araújo Ferreira
Adriana Montenegro de Albuquerque
Glenda Agra

Resumo

Objetivo: Identificar os fatores agravantes e atenuantes à percepção de morte dos pacientes em Unidade de Terapia Intensiva.

Métodos: Estudo exploratório e descritivo com abordagem qualitativa, realizado com 07 pacientes internos em UTI, utilizando-se o critério saturação para delimitação da amostra. Os dados foram coletados através de entrevistas com roteiro semi estruturado, abordagem indireta ao sujeito, mediante assinatura de termos de consentimentos livre e esclarecido, e procedendo-se a analise dos dados sob a luz da literatura pertinente, após aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa do Hospital Universitário Alcides Carneiro HUAC, sob o CAAE nº04818912.0.0000.5182.

Resultados: Emergiram duas categorias temáticas, sendo uma apresentando os fatores agravantes à percepção de morte, e a segunda traz os fatores atenuantes a essa percepção.

Conclusão: A existência de alguns fatores podem contribuir com o agravamento da percepção de morte dos pacientes, entretanto, outros atenuam essa percepção, muitas vezes favorecendo para a sua recuperação.

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Como Citar
1.
Nogueira JJ de Q, Ferreira J de A, Albuquerque AM de, Agra G. Fatores agravantes e atenuantes à percepção de morte em UTI: a visão dos pacientes Aggravating and mitigating factors to death perception in the ICU: a vision of patients. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 10º de janeiro de 2017 [citado 29º de janeiro de 2023];9(1):51-6. Disponível em: http://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/4255
Seção
Research
Biografia do Autor

Jocelly de Araújo Ferreira, Universidade Federal de Campina Grande

Enfermeira. Professora Mestre da Universidade Federal de Campina Grande /UFCG. Campina Grande-PB, Brasil. Mestre pela Universidade do Rio Grande do Norte/UFRN. Natal, Brasil.

Adriana Montenegro de Albuquerque, Universidade Federal de Campina Grande

Professora da Universidade Federal de Campina Grande - UFCG. Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB. Especialista em Terapia Intensiva pela ENSINE. Graduação em Enfermagem pela UFPB. Graduação em Licenciatura em Enfermagem pela UFPB. Atualmente é Professora Assistente II da UFCG. Coordenadora dos Laboratórios de Enfermagem da UFCG, Campus Cuité. Membro do Núcleo Docente Estruturante da UFCG, Campus Cuité. Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Terapia Intensiva Adulto, atuando em CTI Adulto, UTI Oncológica, Trauma e Emergência.

Glenda Agra, Universidade Federal de Campina Grande

Graduação em Psicologia (2000) e Especialização em Psicologia Hospitalar (2001). Graduação em Enfermagem (2005) e Especialização em Terapia Intensiva (2006). Mestrado pela Universidade Federal da Paraíba (2008). Docente do Curso de Bacharelado em Enfermagem da Universidade Federal de Campina Grande.  Membro da Academia Nacional de Cuidados Paliativo, líder do Grupo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares de Saúde e Enfermagem (GEPISE) da UFCG e Membro do Grupo de Estudos e Pesquisa no Tratamento de Feridas (GEPEFE) da UFPB. Especialista em Cuidados Paliativos pela UNISANTA/SP (2014).

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