Postoperative complications of liver transplant: evidence for the optimization of nursing care Complicações pós-operatórias do transplante hepático: evidências para otimização da assistência de enfermagem

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Evelyn Nascimento de Morais
Deise Conrad
Glaucia Costa Machado
Maíza de Oliveira Abreu
Elane Moreira de Mattos
Samuel Augusto Chaves da Cruz

Resumo

Objetivo: investigar as principais complicações mais frequentes no pós-operatório do transplante hepático e apontar as evidências para a detecção precoce e otimização da assistência de enfermagem. Método: trata-se de um estudo com abordagem quantitativa do tipo descritiva, foram analisados todos os prontuários eletrônicos disponíveis no sistema MvPep do período de janeiro de 2012 a janeiro de 2014. Os dados foram coletados por meio de um formulário esquematizado, e para a análise foram transportados para Microsoft Office Excel 2007, transcritos em forma de tabelas e feito gráficos para melhor visualização dos dados. Resultados: destacaram-se diversas complicações como as neurológicas, pulmonares, respiratórias, cardíacas, hematológicas, vasculares, biliares, as do próprio enxerto, intestinais, peritoneais, cirúrgicas, infecciosas e renais. Conclusão: evidenciou-se a necessidade de uma assistência diferenciada e individualizada aos transplantados, com um olhar aguçado e minucioso, sendo o enfermeiro o responsável por planejá-la. 

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Como Citar
1.
Morais EN de, Conrad D, Machado GC, Abreu M de O, Mattos EM de, Cruz SAC da. Postoperative complications of liver transplant: evidence for the optimization of nursing care Complicações pós-operatórias do transplante hepático: evidências para otimização da assistência de enfermagem. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 31º de outubro de 2017 [citado 13º de agosto de 2022];9(4):999-1007. Disponível em: http://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/5686
Seção
Research
Biografia do Autor

Evelyn Nascimento de Morais, Hospital Adventista Silvestre

Enfermeira, Especialista em Cuidados de Enfermagem ao Paciente Crítico pela Faculdade Luiza de Marillac da Universidade São Camilo. Mestre em Enfermagem do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Brasileira. Enfermeira do Hospital Adventista Silvestre e Hospital Federal do Andaraí.

Deise Conrad, Hospital Adventista Silvestre

Enfermeira da educação continuada do Hospital Adventista Silvestre- HAS, especialista em licenciatura e administração hospitalar.

Glaucia Costa Machado, Hospital Adventista Silvestre

Bacharel em Enfermagem pela Faculdade Adventista da Bahia-FADBA. Especialista lato sensu no formato residência em enfermagem hospitalar com ênfase em saúde do idoso, pelo Hospital Adventista Silvestre - HAS, Rio de Janeiro - RJ.

Maíza de Oliveira Abreu, Hospital Adventista Silvestre

Bacharel em Enfermagem pela Faculdade Adventista da Bahia-FADBA. Especialista lato sensu no formato residência em enfermagem hospitalar com ênfase em saúde do idoso, pelo Hospital Adventista Silvestre - HAS, Rio de Janeiro - RJ.

Elane Moreira de Mattos

Bacharel em Enfermagem pela Faculdade Adventista da Bahia-FADBA. Especialista lato sensu no formato residência em enfermagem hospitalar com ênfase em saúde do idoso, pelo Hospital Adventista Silvestre - HAS, Rio de Janeiro - RJ.

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