DO AMADÍS DE GAULA AO QUIXOTE DE LA MANCHA: CONTINUIDADES E DESCONTINUIDADES NA REPRESENTAÇÃO DO CAVALEIRO MEDIEVAL

Caio Rodrigues Schechner

Resumo


Procurando oferecer uma outra perspectiva que não a da ruptura para a interpretação de Dom Quixote (1605-1615), proponho neste artigo uma leitura ambivalente, em moldes Bakhtinianos, do clássico Cervantino. A partir de uma breve comparação com o Amadís de Gaula (1508), de Garcí Rodríguez de Montalvo, mostrarei como dialogam essas distintas abordagens da Cavalaria medieval e discutirei as simultâneas continuidades e descontinuidades no que tange à representação da Cavalaria no Quixote.

Palavras-chave: História Medieval; Cavalaria; Literatura; Amadís de Gaula; Dom Quixote


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