MANEJO DA ARTE NA CLÍNICA DA NEUROSE

Beatriz de Oliveira Peixoto, Maycon Rodrigo da Silveira Torres

Resumo


O objetivo deste artigo é apresentar a reflexão a respeito da abertura feita pelos analistas para a arte atuar na clínica com o sujeito neurótico. O método utilizado foi a revisão bibliográfica com descritores de “arte”, “neurose” e “psicanálise”. Artistas se comprazem da coisa-objeto para dar espaço ao real, de maneira que haja uma percepção sensível, e um compartilhamento daquilo que grita no sujeito, sendo na neurose, algo do perdido e indizível. A arte produz um espaço, ao que o sujeito se desprende da palavra circunscrita, e promove um alargamento desta para novas formas de palavras ou outras expressões do ser humano, que se traduzem em formas artísticas. A experiencia do real não se reduz ao simbólico, mas alarga as possibilidades de significação.


Palavras-chave


Psicanálise; Freud; Lacan: Memória; Literatura; Arte; Clínica

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DOI: http://dx.doi.org/10.9789/1679-9887.2020.v18i2.190-206

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