O TRAÇO COMO FUNDAMENTO DA MEMÓRIA SOCIAL

Joana Souza

Resumo


A proposta do trabalho é mostrar que a memória tem uma estrutura moebiana e, por essa razão, as tradicionais fronteiras que opõe o interno e o externo, o subjetivo e o social, se dissipam a partir de um percurso. Evidencia-se que os traços presentes na cultura são, na verdade, expressões de inscrições internalizadas pelos sujeitos que dão origem as diferenças culturais que regem o tecido social. A forma singular como cada cultura lida com suas memórias, ou seja, o que é rememorado, o que é esquecido e aquilo que retorna nas celebrações e nos ritos evidenciam a força dos traços: conservam ao mesmo tempo em que possibilitam a recriação de novos sentidos.

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