Distinções de gênero e estilo nas práticas de choro

Willian Fernandes de Souza

Resumo


A presente comunicação discute, por meio da revisão bibliográfica, os termos gênero e estilo no que tange às práticas de choro. O objetivo é buscar por metodologias que, a partir desses termos no intuito de abordar sujeitos (arranjadores) e objetos (arranjos) que praticam o que é chamado por Valente (2014) de choro contemporâneo, por Zagury (2014) de neo-choro, e por Clímaco (2008) de terceira coisa (referindo-se a esta “nova” fase na história do choro). Assim, busco nas teses das autoras supracitadas – com seus afluentes –, a forma usada para se atribui critérios para a consolidação do choro enquanto gênero e os fatores envolvidos quando se associa choro enquanto estilo. Cotejamos as ideias implícitas às práticas do choro em tais terminologias com suas teorias, consideradas nesse momento, mais representativas de gênero (Fabbri, 1982) e de estilo (Meyer, 1989). Ao final do artigo propomos um problema para constituir uma hipótese para a presente pesquisa de doutorado.

Texto completo:

PDF