Adeus, mistérios. Arte, sexo e o saber sem corpo da inteligência artificial
DOI:
https://doi.org/10.9789/pb.v23i1.63-73Palavras-chave:
psicanálise, ciência, inteligência artificialResumo
A partir do conto Adieu mystères, de Guy de Maupassant, o artigo apresenta o processo de desencantamento do mundo promovido pela racionalidade moderna e, mobilizando autores como Michel Foucault, Jacques Lacan e Georges Didi-Huberman, argumenta que a ciência se consolidou não apenas como saber, mas como dispositivo de poder. Nesse contexto, o autor interroga se a inteligência artificial inaugura um novo regime de verdade, marcado por um saber desencarnado, que contrasta com a experiência humana, sempre atravessada por desejo, angústia e limites. Por fim, o trabalho propõe que o sexo e a arte permanecem como espaços de mistério e de inscrição subjetiva, irredutíveis à lógica inorgânica das máquinas.
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