O USO DAS EMOÇÕES POLÍTICAS PELA DIREITA CRUCEÑA NO GOLPE DE 2019 NA BOLÍVI

Autores

  • Mayara Jardim Universidade Federal de Juiz de Fora, MG.

Palavras-chave:

Emoções políticas; Política boliviana; Conflito eleitoral

Resumo

A saída do então presidente Evo Morales do poder em novembro de 2019 constituiu um episódio marcado por intensos conflitos de rua e polarização política. Caracterizado por um intenso debate e confronto, tanto físico quanto ideológico, o conflito se deu entre grupos que acusavam o governo de fraude eleitoral e outros que apoiavam o então presidente. Desde o Referendo de 21 de fevereiro de 2016, quando Morales sofreu sua primeira derrota, movimentos opositores se fortaleceram e retornaram a desempenhar um papel significativo na narrativa política, desafiando-o em momentos cruciais do ciclo eleitoral –presencialmente, nas redes sociais ou nos meios de comunicação. Essa disputa política se manifestou em várias esferas da sociedade, tendo como um dos agentes políticos e históricos o Comitê Cívico de Santa Cruz e o líder Fernando Camacho. Este estudo observa a movimentação da direita cruceña neste período a partir das suas performances durante o processo de golpe de Estado.

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Biografia do Autor

Mayara Jardim, Universidade Federal de Juiz de Fora, MG.

Bacharel em História pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), mestranda em História na Universidade Federal de Juiz de Fora, MG.

 

 

 

Publicado

2026-01-14

Como Citar

Jardim, M. (2026). O USO DAS EMOÇÕES POLÍTICAS PELA DIREITA CRUCEÑA NO GOLPE DE 2019 NA BOLÍVI. Humanidades Em Revista, 7(2), 45–54. Recuperado de https://seer.unirio.br/hr/article/view/14128

Edição

Seção

DOSSIÊ HISTÓRIA E EMOÇOES: INTERFACES E INTERLOCUÇÕES