G. H. e o infamiliar: uma experiência de vertigem
DOI:
https://doi.org/10.9789/pb.v22i1.50-71Palavras-chave:
literatura, psicanálise, infamiliar, a paixão segundo g.h.Resumo
Este trabalho analisa o fenômeno do infamiliar a partir de Freud e Lacan pela via do percurso da voz narrativa da protagonista no romance A paixão segundo G. H., de Clarice Lispector. O fenômeno do infamiliar indica algo importante para a experiência psicanalítica e, considerando o campo estético, apreende, pela via do discurso narrativo na escrita literária, o que se apresenta nele como efeito de uma manifestação psíquica e o que transcende tal ponto, ampliando o leque das possibilidades de investigação e transmissão da psicanálise. Dessa forma, com a leitura-escuta da narrativa da personagem G. H., consideramos que o fenômeno do infamiliar aparece em diversos fragmentos, revelando a presença do retorno do recalcado com Freud e o encontro com o Real a partir de Lacan, em que a barata se destaca como objeto central para a emergência de tais acontecimentos.
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