MST, mística e memória

a esperança no habitar camponês

Autores/as

  • Maria Celeste Lustosa PPGEC/UNIRIO; MST
  • Rodrigo Machado Vilani UNIRIO

Resumen

Os objetivos do presente artigo são ressaltar o papel da prática da chamada Mística no MST, compartilhada nos momentos de acolhimento inicial de visitantes, dentro do âmbito das atividades englobadas pelo Turismo da Reforma Agrária e discutir sua relevância para a preservação da memória da luta pela terra, em conexão com o projeto político do MST, a cultura camponesa e as/os sem-terra que produzem e lutam. Para tanto, optou-se pelo método dialético com pesquisa bibliográfica e observação participante realizada no Assentamento Dênis Gonçalves, entre 2021 e 2025, localizado na Zona da Mata de Minas Gerais. Conclui-se que a Mística, em particular nos encontros promovidos pelo Turismo da Reforma Agrária, pode contribuir para a agenda anti-imperialista, anticolonial, antirracista, antipatriarcal e de preservação ambiental, dos movimentos populares da América Latina.

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Publicado

2026-07-30

Cómo citar

Lustosa, M. C. ., & Vilani, R. M. . (2026). MST, mística e memória: a esperança no habitar camponês. Revista Morpheus - Estudos Interdisciplinares Em Memória Social, 13(01). Recuperado a partir de https://seer.unirio.br/morpheus/article/view/15084