Rastros de morte nos sertões brasileiros: múltiplas experiências do fim

Auteurs

  • Johnnys Jorge Gomes Alencar Universidade de Pernambuco (UPE) – Petrolina/PE, Brasil.

DOI :

https://doi.org/10.9789/2525-3050.2026.v11n21.e14392

Mots-clés :

Morte, História dos Sertões

Résumé

As representações do(s) sertão(ões) no imaginário social brasileiro há muito tempo se encontram encapsuladas em uma redoma de estereótipos, reduzidas frequentemente a um conjunto fixo de práticas, saberes e a uma iconografia caricata, como o sol escaldante, a seca, o gado e o jagunço. Contra essa prisão conceitual, nos últimos anos os pesquisadores da História dos Sertões têm produzido e circulado conhecimento no meio acadêmico, em grupos de pesquisa, programas de pós-graduação e dossiês temáticos em periódicos, que buscam alargar as possibilidades de significação dos sertões, destacando sua pluralidade cultural, natural e social. “A morte e o morrer nos sertões do Brasil”, obra organizada por Claudia Rodrigues, Cícero Joaquim dos Santos e Durval Muniz de Albuquerque Júnior, inscreve-se com vigor nesse movimento de reabertura do conceito, porém, com um mote profundamente provocativo: a morte e o morrer.

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Biographie de l'auteur

Johnnys Jorge Gomes Alencar, Universidade de Pernambuco (UPE) – Petrolina/PE, Brasil.

Doutor em História pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Professor Adjunto do Colegiado de História da Universidade de Pernambuco (UPE), Campus Petrolina. CV: http://lattes.cnpq.br/4354196815490726

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Publiée

2025-12-26

Comment citer

Alencar, J. J. G. . (2025). Rastros de morte nos sertões brasileiros: múltiplas experiências do fim. Revista M. Estudos Sobre a Morte, Os Mortos E O Morrer, 11(21), e14392. https://doi.org/10.9789/2525-3050.2026.v11n21.e14392