Duelo infantil ante la pérdida de un hermano recién nacido: estudio de caso desde la perspectiva de la niña y su madre
DOI:
https://doi.org/10.9789/2525-3050.2026.v11n22.e13837Palabras clave:
Duelo infantil, Hermano, Pérdida neonatal, Comunicación parentalResumen
Este estudio tuvo como objetivo comprender la vivencia del duelo infantil derivado de la muerte de un hermano durante el período neonatal, con énfasis en la comunicación parental a lo largo de este proceso. El duelo infantil está relacionado con el desarrollo psicoafectivo y cognitivo del niño, y se ve influido tanto por lo que se comunica sobre la muerte como por la apertura para compartir sentimientos. En la cultura occidental, los adultos suelen asumir que los niños no comprenden la muerte y, en un intento de protegerlos, evitan el tema o recurren a metáforas, lo que puede dificultar el duelo infantil y convertirlo en un duelo no legitimado. Se realizó una investigación cualitativa de tipo estudio de caso, mediante entrevistas con una niña y su madre, utilizando un recurso lúdico para mediar en la entrevista con la niña. El análisis de contenido reveló que la comunicación parental y la posibilidad de participar en rituales simbólicos influyen en el duelo infantil, y que la disponibilidad parental contribuye a la elaboración de la pérdida y a la reducción del riesgo de duelo complicado. También se observó que resulta difícil para los padres hablar del tema, lo que indica la necesidad de apoyar el duelo de los adultos para promover el cuidado del duelo infantil. El estudio destaca la importancia de dar visibilidad al duelo infantil, aun desatendido, y contribuye a orientar el cuidado adecuado.
Descargas
Citas
Andrade, M. L.; Gomes, F. K. T. M. & Barbieri, V. (2018, janeiro a março). Luto infantil e capacidade criativa: a experiência de perder um irmão. Psico-usf, 23(1), 25-36. https://www.scielo.br/j/pusf/a/r9l4ygxbtwwwv6xzdwdzkwl/?format=pdf&lang=en.
Bardin, L. (1977/2011). Análise de conteúdo. Edições 70.
Bousso, R. S. (2011, agosto). A complexidade e a simplicidade da experiência do luto. Acta paulista de enfermagem, 24(3), 7-8. https://www.scielo.br/j/ape/a/qsrvr7ywvlkvgjj5xj3j8dl/.
Braz, M. S. & Franco, M. H. P. (2017). Profissionais paliativistas e suas contribuições na prevenção de luto complicado. Psicologia: ciência e profissão, 37(1), 90-105. https://www.scielo.br/j/pcp/a/ksrv46kyyjzk4xtyn4cp5fk/?lang=pt.
Calil, R. C. C. & Arruda, S. L. S. (2004). Discussão da pesquisa qualitativa com ênfase no método clínico. in S. Grubits & J. A. V. Noriega (Ed.). Método qualitativo: epistemologia, complementaridade e campos de aplicação (pp- 173-214). Vetor.
Cardoso, M. R. G.; Oliveira, G. S. & Ghelli, K. G. M. (2021). Análise de conteúdo: uma metodologia de pesquisa qualitativa. Cadernos da Fucamp, 20(43), 98-111. https://revistas.fucamp.edu.br/index.php/cadernos/article/view/2347
Casellato, G. (2015). O resgate da empatia: suporte psicológico ao luto não reconhecido. Summus editorial.
Drumond, N. C.; Rodrigues, A. P. & Iglesias, A. (2022, janeiro). Eu acolho, tu acolhes, nós acolhemos: acolhimento grupal na atenção básica. Research, society and development, 11(1), 1-13. https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/24977.
Duarte, R. G. A.; Vanzuita, A. & Takayama, F. S. (2021). O brincar e se movimentar como expressão da infância. Brazilian journal of development, 7(2), 16330-16339. https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/brjd/article/view/24816
Fanos, J.; Little, G. & Edwards, W. (2009). Candles in the Snow: Ritual and Memory for Siblings of Infants Who Died in the Intensive Care Nurser. Neonatal intensive care unit, 154(6), 849-853. https://doi.org/10.1016/j.jpeds.2008.11.053
Franco, M. H. P. & Mazorra, L. (2007). Criança e luto: vivências fantasmáticas diante da morte do genitor. Estudos de psicologia, 24(4), 503-511. https://www.scielo.br/j/estpsi/a/yhbqfwtkqlhf7g5m8pyjp4g/#.
Franco, M. H. P. (2021). O luto no século 21: uma compreensão abrangente do fenômeno. Summus editorial.
Fujita, A.; Ueki, S.; Moriguchi, H.; Hamada, Y. & Sasazuki M. (2025). A Systematic Review of Grief Experiences of Children Who Have Lost a Sibling. Journal of Palliative Medicine, 28(12),1669-1685. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39982776/
Gil, A. C.(2010). Como elaborar projetos de pesquisa. Atlas
Joy, C.; Staniland, L.; Mazzucchelli, T. G.; Skinner, S.; Cuddeford, L. & Breen, L. J. (2024). What bereaved children want to know about death and grief. Journal of Child and Family Studies, 33, 327–337. https://doi.org/10.1007/s10826-023-02694-x
Klinger, E. F.; Miranda, F. J. & Oliveira, D. P. (2021). O luto na infância: uma revisão sistemática. International Journal of Development Research, 11(3), 44957-44962.
Kovács, M. J. (1992). Morte e desenvolvimento humano. Casa do Psicólogo.
Laguna, T. F. dos S.; Lemos, A. P. S.; Ferreira, L. & Gonçalves, C. Dos S. (2021). Luto perinatal e neonatal e a atuação da psicologia nesse contexto. Investigação, sociedade e desenvolvimento, 10(6). https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/15347.
Leal, I. (2010). Entrevista clínica e psicoterapia de apoio. lda.
Lima, V. R. & Kovács, M. J. (2011). Morte na família: um estudo exploratório acerca da comunicação à criança. Psicologia ciência e profissão, 31(2), 390-405. https://www.scielo.br/j/pcp/a/l3xkm8w96yyncmb3jf6rdzq/abstract/?lang=pt.
Maeda, T. S. (2017). Cemitério é lugar de criança? a visita guiada ao cemitério consolação como recurso para abordar a educação sobre a morte nas escolas. [Dissertação de mestrado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo].
Moreira, M. E. L.; Braga, N. A. & Morsch, D. S. (Org.). (2003). Quando a vida começa diferente: o bebê e sua família na uti neonatal. Editora Fiocruz, .
Oishi, K. L. (2014). O jardim de Julia: a vivência de uma mãe durante o luto. Psicologia: teoria e pesquisa, 30(1), 5-11. https://www.scielo.br/j/ptp/a/kwkccfvryvywr59mh8mvllg/.
Park, A. E. S; Krysinska, K. & Andriessen, K. (2022). Ethical Issues in Bereavement Research with Minors: A Scoping Review. Children,9(9):1400. https://doi.org/10.3390/children9091400.
Pereira, C. R. R. & Piccinini, C. A. (2011). Gestação do segundo filho: percepções maternas sobre a reação do primogênito. Estudos de psicologia, 28(1), 65-77. https://www.scielo.br/j/estpsi/a/kbtpkvpvchtstjdsyd8m7zh/abstract/?lang=pt.
Pereira, C. R. R. et al. (2015). Rivalidade fraterna durante a gestação materna do segundo filho: manifestações e estratégias de manejo. Estudos de psicologia, 32(4), 653-662. https://www.scielo.br/j/estpsi/a/vbt7wtclmvjfdw5ptxp8sbt/abstract/?lang=pt.
Pessoa, G. C. (2017). A percepção de adultos jovens sobre a perda de um irmão na infância: um estudo exploratório. [Dissertação de mestrado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo].
Piaget, J. (2003). Seis estudos de psicologia (24ª ed.). Forense Universitária.
Pizarro, L. X. (2022). Qual a perda implicada em um filho que não nasceu? [Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Minas Gerais].
Portugal, A. M. & Alberto, I. M. (2013). Caracterização da comunicação entre progenitores e filhos em idade escolar: estudo com uma amostra portuguesa. Psicologia: teoria e pesquisa, 29(4), 381–391. https://www.scielo.br/j/ptp/a/fby4psxcvtrmy3v7ggqqwtp/?lang=pt.
Sengik, A. S. & Ramos, F. B. (2013). Concepção de morte na infância. Psicologia & sociedade, 25(2), 379-387. https://www.scielo.br/j/psoc/a/dpngmlwyltrmyqhg4t3zbyj/abstract/?lang=pt.
Sposito, A. M. P. et al. (2013). Estratégias lúdicas de coleta de dados com crianças com câncer: revisão integrativa. Revista gaúcha de enfermagem, 34(3), 187-195. https://doi.org/10.1590/S1983-14472013000300024.
Tillhof, K.; Krawzak, K.; Batza, J. & Feltman, D. M. (2024). Bereavement Support for Siblings after Neonatal Loss: an Online Survey of U.S. Training Centers. American Journal of Perinatology, 41(8), 1086-1093. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35533680/.
Torres, W. C. (1979). O conceito de morte na criança. Arquivos brasileiros de psicologia, 31(4), 9-34. https://hml-bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/abp/article/view/18239.
Vasques, R. C. Y. et al. (2014). Dando voz às crianças: considerações sobre a entrevista qualitativa em pediatria. Revista mineira de enfermagem, 18(4), 1016-1020. https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-754368.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Licença Creative Commons CC BY 4.0













