As PRÁTICAS ORAIS NA FORMAÇÃO DE ARRANJADORES DE MÚSICA POPULAR
UM ESTUDO ETNO-PEDAGÓGICO NO CIGAM
Palavras-chave:
Prática de arranjo, Performance musical, Ensino musical, OralidadeResumo
: Este artigo apresenta um relato etnográfico sobre as práticas de arranjo na música popular, com foco na oralidade e nas estratégias pedagógicas utilizadas no curso do Centro Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical (CIGAM). Essas práticas foram observadas em um estudo realizado em 2009, numa das últimas turmas ministradas pelo idealizador do curso. A pesquisa investiga como os conceitos musicais são transmitidos através das atividades práticas do curso, especialmente na Orquestra Laboratório de Arranjo (OLA). As atividades privilegiam a criatividade, a oralidade e a colaboração entre músicos, em contraste com a formalidade dos métodos tradicionais. Além disso, discutimos a evolução histórica do arranjo na música popular e suas definições, destacando a importância de práticas pedagógicas flexíveis e democráticas na formação de arranjadores e músicos, contribuindo para a compreensão das dinâmicas contemporâneas do ensino e da performance musical.
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