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Emerging Sources Citation Index
Os textos para submissão devem conter entre 6.000 e 12.000 palavras (sem contar com resumo, abstract, títulos, palavras-chave e keywords) e devem ser submetidas em doc, conforme o template disponível em:
Não serão aceitas submissões que não atendam à formatação do template.
O arquivo submetido deve incluir:
- Título em português, espanhol e inglês;
- Resumo (de 150 a 300 palavras) em português, espanhol e inglês;
- Palavras-chave e título em português, espanhol e inglês.
O texto deve seguir as normas da ABNT nas citações e, no final, nas referências completas.
No corpo do texto, usar o sistema autor/data e não o sistema de notas (ou seja, não usar ibid, idem, op.cit, etc).
Ilustrações, figuras, quadros, tabelas e exemplos musicais, quando houver, devem ser incluídos no texto, com legendas numeradas, e enviados também separadamente, em boa resolução, numerados de acordo com sua sequência no texto.
O(s) nome(s) do(s) autor(es) não deve(m) constar no arquivo de texto, de forma a garantir a avaliação duplo cego por pares.
Um arquivo separado deve ser enviado na submissão, contendo:
- Nome(s) do(s) autor(es);
- Email(s) de contato do(s) autor(es);
- Dados de vínculo institucional do(s) autor(es), se houver;
- Mini-bio do(s) autor(es) de até 6 linhas.
- ORCID de cada autor(a)
As colaborações devem ser submetidas pelo sistema. Optar entre a seção "artigos" (submissão espontânea em fluxo contínuo) ou alguma das seções "dossiê temático" (submissão para chamadas específicas para dossiês temáticos). Incluir no sistema o resumo e os metadados do artigo em português, espanhol e inglês. Na seção "Incluir autores", incluir e editar os dados de todos o(s) autor(es), incluindo a(s) mini-bio(s) de até 6 linhas, preferencialmente nos três idiomas disponíveis (português, espanhol e inglês).
São aceitas submissões de textos em português, espanhol e inglês.
A seção Artigos reúne trabalhos acadêmicos submetidos em fluxo contínuo, contemplando diferentes campos de pesquisa em música e suas múltiplas abordagens teóricas e metodológicas.ca.
Editoras/es convidadas/os: Iasmin Turbininha, Leonardo Moraes, Renan Moutinho e Taísa Machado
“É som de preto, de favelado, mas quando toca ninguém fica parado!” Esse verso é parte do “Rap da Felicidade”, música dos funkeiros Cidinho e Doca, estouradíssima nos bailes funks dos anos 1990, nas comunidades do Rio de Janeiro e Brasil afora. Advento da contemporaneidade, o funk é, antes de tudo, uma expressão afrossônica e uma manifestação cultural na diáspora, forjada nos subúrbios, nas quebradas e nas favelas, alimentada pela dinâmica dos batidões, sampleada pelas melodias do caos e difundida pelas harmonias do “atura ou surta”. Essa manifestação pode ser compreendida, vista e dançada nos bailes, nos alto-falantes de carros, nas festas das mais diferentes localidades e nos meios midiáticos de difusão musical (Spotify, YouTube, SoundCloud e rádios) e de informações sobre o universo funk, contando histórias outras que a história não conta. Reduto das variadas experiências estéticas, o funk, conforme sua larga difusão no Brasil e no mundo, pode ser batidão, melody, tamborzão, ostentação, brega, consciente, proibição, pop e gospel, dentre outros campos de atuação. Entre BPMs, rimas, samples e beats, a musicalidade afrodiaspórica, que é uma expressão das favelas, becos e vielas, anuncia as realidades vividas pelas pessoas nos seus cotidianos, produzindo ousadia e liberdade, sociabilidade e identidade, afeto e cuidado. A partir de experiências e práticas pautadas no campo da música, compreendida de maneira expandida, convidamos artistas funkeiros, artistas das mais diferentes áreas, pesquisadoras/es, educadoras/es e demais pessoas de interesse de outras áreas afins ao foco deste dossiê a apresentarem artigos científicos sobre o funk. Convite este pautado por inflexões que reflitam sobre o universo funk, visto de fenômenos acústicos, históricos, sociais, econômicos, técnicos, culturais, políticos, sonoros e conceituais, priorizando a produção nacional em diálogo com os diferentes campos da música. Outras áreas tais como as Ciências Sociais, Comunicação e Economia Criativa estão convidadas a submeter textos que extrapolem estes direcionamentos à temática do dossiê.
Entre os subtemas sugerimos, a título de exemplo:
Funk como Experiência Afrodiaspórica
Funk, gênero e sexualidade
Funk e musicalidades: subgêneros
Funk e Histórias, Memórias e Territorialidades
Funk e Diversidade de corpos e sujeites : artistes, grupos, etc
Funk, Favelas, Subúrbios, Baixadas e Identidades: sociabilidades e pertencimentos
Funk e Política: criminalização e resistência cultural
Funk e Estéticas: performatividades
Funk e Economia(s) Criativa(s)
Funk e Mídias Digitais: Indústria Musical e Plataformas
Funk e Educação: Saberes, Pedagogias e Produção de Conhecimento
Submissões: de 10 de março a 10 de julho de 2026
As submissões para o dossiê devem ser feitas pelo Sistema OJS e formatadas conforme as orientações para os autores (ver aba Submissões).
Serão aceitas submissões em português, espanhol e inglês.
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ISSN versão impressa: 1414-7939
ISSN versão eletrônica: 2359-1056
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