Editorial v. 11, n. 22, jul./dez. 2026

Autores

  • Mauro Dillmann Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)

DOI:

https://doi.org/10.9789/2525-3050.2026.v11n22.e15017

Palavras-chave:

Patrimônio

Resumo

Em 2026, a Revista M. Estudos sobre a morte, os mortos e o morrer completa 10 anos. Nessa década, foram publicados 22 números e diversos artigos, com periodicidade semestral ininterrupta, sempre acompanhados de dossiês temáticos específicos. Enquanto revista temática produzida pelo Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), assumiu o caráter multidisciplinar desde sua concepção, embora esteja vinculada à área de “História” junto à CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). O rigor profissional e técnico com que foi conduzida até o momento, com destaque para o trabalho da equipe editorial anterior, elevou a Revista ao Qualis A1, fato que merece ser mencionado em que pese a mudança atual dos critérios avaliativos das revistas acadêmicas. A Revista M. segue sendo uma publicação gratuita que prima pela qualidade dos artigos publicados, pelo acesso aberto, pela estabilidade e pela periodicidade absolutamente regular de seus volumes.

É com esse propósito, o da manutenção da qualidade, e com esse impulso, o do rigor na manutenção da regularidade, que trazemos ao público o número 22. Além das seções Artigo Livre, Em Campo, Ensaios sobre a Finitude e Resenha, apresenta o Dossiê temático intitulado Preservação dos espaços cemiteriais e funerários: desafios e soluções, organizado pelas pesquisadoras Ana Catarina Peregrino Torres Ramos, Pollyana Calado de Freitas e Viviane Maria Cavalcanti de Castro,  ligadas à Universidade Federal de Pernambuco, que nos permite pensar criticamente “como” e “se” os espaços cemiteriais e funerários têm sido preservados, quem tem promovido ações de preservação e de que maneira. Ademais, possibilita também questionar quais impactos sociais, políticos e culturais podem e devem ser considerados diante de iniciativas e ações de preservação ou, do seu oposto, da destruição de espaços cemiteriais e funerários.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Mauro Dillmann, Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)

Doutor em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Professor do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). CV: http://lattes.cnpq.br/5567003394621139

Referências

HOWARTH, G. (2004). Funerais. In G. Howarth, & O. Leaman (Coords.). Enciclopédia da morte e da arte de morrer. Quimera Editores, p. 243-246.

Downloads

Publicado

2026-06-29

Como Citar

Dillmann, M. (2026). Editorial v. 11, n. 22, jul./dez. 2026. Revista M. Estudos Sobre a Morte, Os Mortos E O Morrer, 11(22), e15016. https://doi.org/10.9789/2525-3050.2026.v11n22.e15017