Essay on an image with no name or: learning to listen to the dead
DOI:
https://doi.org/10.9789/2525-3050.2026.v11n21.e13788Keywords:
Photography, Grief, Death, Visual anthropology, EthnographyAbstract
This essay aims to discuss the ways in which grief over the covid-19 pandemic and personal grief can intertwine during the academic research process, in which ways they have mutual consequences, and what the impacts are for the researcher when working with a topic so close to traumas and personal problems. It argues that academic work has consequences for the researcher's personal life, and that these are not visible at the outset of the research process. This also occurs because, in this process, we encounter something that distresses us. Previous research, based on the ethnographic methodology of visual anthropology, is brought into comparison to address the events of the pandemic and the death of my mother. It concludes that this process changes the researcher entirely and that anthropology leaves them irrevocably affected by this work.
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