Spatial analysis of american cutaneous leishmaniasis between 2007 and 2017 / Análise espacial da leishmaniose tegumentar americana entre 2007 e 2017

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Sergio Vital da Silva Junior
http://orcid.org/0000-0003-3359-6640
Caliandra Maria Bezerra Luna Lima
http://orcid.org/0000-0002-3569-9638
Rebeca Rocha Carneiro
http://orcid.org/0000-0001-8189-0276
Elismar Pedroza Bezerra
http://orcid.org/0000-0002-7595-7670
Maria Aparecida Cavalcanti Catão
http://orcid.org/0000-0002-0017-4209
Maria Eliane Moreira Freire
http://orcid.org/0000-0002-0305-4843

Resumo

Objetivo: analisar o perfil epidemiológico da leishmaniose tegumentar americana entre 2007 e 2017 na Paraíba, Nordeste Brasileiro. Método: estudo ecológico dos casos de leishmaniose tegumentar americana registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Utilizou-se o Risco Relativo, Método Scan Espacial e Método Bayesiano Empírico Local para a análise dos conglomerados. Resultados: foram registrados 671 casos de leishmaniose tegumentar americana na Paraíba entre 2007 e 2017 com maior ocorrência em 2009 e 2010, com 121 e 91 notificações, respectivamente e no sexo masculino (341). A maioria apresentou a forma clínica cutânea e residia na zona rural. Identificaram-se conglomerados espaciais significativos da leishmaniose tegumentar americana na Paraíba, no Litoral Norte, microrregião do Agreste e no município de Poço Dantas no Alto Sertão. Conclusões: os conglomerados espaciais de risco para a infecção demonstram a importância de ações imediatas de educação em saúde para prevenção do agravo.




 

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Como Citar
1.
Silva Junior SV da, Lima CMBL, Carneiro RR, Bezerra EP, Catão MAC, Freire MEM. Spatial analysis of american cutaneous leishmaniasis between 2007 and 2017 / Análise espacial da leishmaniose tegumentar americana entre 2007 e 2017. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 15º de fevereiro de 2022 [citado 24º de setembro de 2022];14:e-10086. Disponível em: http://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/10086
Seção
Research
Biografia do Autor

Sergio Vital da Silva Junior, Universidade Federal do Paraná

Enfermeiro. Doutorando em enfermagem pela Universidade Federal do Paraná. Mestre em enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba.  Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Agravos Infecciosos e Qualidade de Vida/UFPB.

Caliandra Maria Bezerra Luna Lima, Universidade Federal da Paraíba

Farmacêutica. Doutora em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos. Professora Permanente do Programa de Pós-graduação em Modelos de Decisão e Saúde pela Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa-PB-Brasil.

Rebeca Rocha Carneiro, Universidade Federal da Paraíba

Enfermeira. Hospital Universitário Lauro Wanderley. Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa-PB-Brasil.

Elismar Pedroza Bezerra, Universidade Federal da Paraíba

Enfermeira. Hospital Universitário Lauro Wanderley. Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, PB, Brasil.

 

Maria Aparecida Cavalcanti Catão, Universidade Federal da Paraíba

Enfermeira. Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Agravos Infecciosos e Qualidade de Vida- Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa-PB-Brasil.

Maria Eliane Moreira Freire, Universidade Federal da Paraíba

Enfermeira. Doutora em enfermagem. Docente permanente do Programa de Pós-graduação em enfermagem da Universidade Federal da Paraíba. Vice-líder do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Agravos Infecciosos e Qualidade de Vida - UFPB. João Pessoa-PB-Brasil.

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