Brazilian andforeign cesareas in frontier city: robson classification / Cesáreas de brasileiras e estrangeiras em município de fronteira: classificação de robson

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Fabiana Aparecida Spohr
http://orcid.org/0000-0001-8714-2041
Ana Tamara Kolecha Giordani Grebinski
http://orcid.org/0000-0001-5377-2686
Helder Ferreira
http://orcid.org/0000-0003-0715-8057
Marislei Sanches Panobianco
http://orcid.org/0000-0003-2619-8740
Rosane Meire Munhak da Silva
http://orcid.org/0000-0003-3355-0132
Adriana Zilly
http://orcid.org/0000-0002-8714-8205

Resumo

Objetivo: analisar a incidência de cesáreas e as condições clínicas de recém-nascidos de mães brasileiras e estrangeiras conforme a classificação de Robson. Método: estudo de corte transversal, retrospectivo e quantitativo, realizado em 2017 e 2018 em Foz do Iguaçu-PR. Foram incluídas mulheres que tiveram parto entre 2012 a 2016 (n=21.129). Para análise realizou o teste de associação Qui-Quadrado ou o teste G com o nível de significância de 5%. Resultados: a incidência de cesáreas foi de 46%. O grupo de Robson que mais contribuiu foi o 5 e grupos que se mostraram expressivos em relação a escores de Apgar inferior a 7 foram 5, 8, 9 e 10. Para estas mulheres, a necessidade de encaminhamento para cuidados intensivos foi mais expressiva para recém-nascidos do grupo 10. Conclusão: a classificação de Robson é importante para gestão clínica, sendo que o grupo 5 apresenta fatores que reduzem a chance de parto vaginal.




 

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Como Citar
1.
Spohr FA, Grebinski ATKG, Ferreira H, Panobianco MS, da Silva RMM, Zilly A. Brazilian andforeign cesareas in frontier city: robson classification / Cesáreas de brasileiras e estrangeiras em município de fronteira: classificação de robson. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 27º de outubro de 2021 [citado 30º de junho de 2022];13:1618-25. Disponível em: http://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/10810
Seção
Research
Biografia do Autor

Fabiana Aparecida Spohr, UNIOESTE

Enfermeira. Mestre em Saúde Pública em Região de Fronteira pela Unioeste.

Ana Tamara Kolecha Giordani Grebinski, UNIOESTE

Enfermeira. Mestre em Saúde Pública em Região de Fronteira pela Unioeste.

Helder Ferreira, Unioeste

Enfermeiro. Doutor em Enfermagem em Saúde Pública pela EERP/USP.

Docente da UNIOESTE, Campus de Foz do Iguaçu, PR, no cursos de graduação em Enfermagem.

Marislei Sanches Panobianco, EERP/USP

Professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EEPR/USP), Programa de Pós-Graduação em Enfermagem em Saúde Pública, Ribeirão Preto - São Paulo - Brasil.

Rosane Meire Munhak da Silva, UNIOESTE

Enfermeira. Doutora em Enfermagem em Saúde Pública pela EERP/USP.

Docente da UNIOESTE, Campus de Foz do Iguaçu, PR, no cursos de graduação em Enfermagem e no programa de pós graduação (nível mestrado) em Saúde Pública em Região de Fronteira.

Adriana Zilly, UNIOESTE

Bióloga, Doutora em Ciências Biológicas, Docente da UNIOESTE, Campus de Foz do Iguaçu, PR, no cursos de graduação em Enfermagem e nos programas de pós graduação (nível mestrado) em Ensino e em Saúde Pública em Região de Fronteira.

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