Care to the extreme premature: minimum handling and humanization Cuidado ao prematuro extremo: mínimo manuseio e humanização

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Lucilia Feliciano Marques
Renata Vitalino Ribeiro
Cristiane Rodrigues Rocha
Mônica Almeida Carreiro
Luiz Carlos Santiago

Resumo

Objetivos: Analisar as publicações sobre os riscos do manuseio excessivo em prematuros extremos, e sugerir formas de cuidados ao prematuro extremo que priorize o mínimo manuseio em detrimento de uma rotina estabelecida sem uma avaliação individualizada. Método: Pesquisa descritiva e exploratória, de abordagem qualitativa com revisão integrativa. Foram selecionados 15 artigos, que se subdividiram em duas categorias, assistência humanizada e o cuidado individualizado. Resultados: Os artigos estudados abordavam sobre à humanização e o vínculo mãe-bebê, na busca por um cuidado individualizado que minimizem as conseqüências advindas do tempo de internação relacionado com a prematuridade, mas não versam especificamente sobre o mínimo manuseio na assistência. Conclusão: A ausência de pesquisa nesta área específica configura-se uma lacuna na assistência que poderia reduzir inúmeros agravos ao prematuro extremo. As medidas simples mais essenciais, como um cuidado delicado com mínimo manuseio, respeitando o momento de cada recém-nascido deveriam ser objeto de mais estudos científicos.

 

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Como Citar
1.
Marques LF, Ribeiro RV, Rocha CR, Carreiro MA, Santiago LC. Care to the extreme premature: minimum handling and humanization Cuidado ao prematuro extremo: mínimo manuseio e humanização. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 31º de outubro de 2017 [citado 26º de setembro de 2022];9(4):926-630. Disponível em: http://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/4637
Seção
Integrative Review of the Literature
Biografia do Autor

Lucilia Feliciano Marques, UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO

Enfermeira. Pós-graduada em Enfermagem Neonatal e Enfermagem Cardiovascular de Alta Complexidade. Mestre em Enfermagem. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Biociências da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

Renata Vitalino Ribeiro, INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA - HOSPITAL PASTEUR

Pós-Graduanda em Enfermagem Neonatal. Enfermeira do Hospital Pasteur. Mestranda do Programa de Pós Graduação em Saúde e Tecnologia no Espaço Hospitalar -Mestrado Profissional - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

Cristiane Rodrigues Rocha, UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO

Doutora em Enfermagem Obstétrica. Professora Adjunta da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Orientadora do Estudo.

Mônica Almeida Carreiro, UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO

Doutora em Enfermagem pela UFRJ/Escola de Enfermagem Anna Nery. Docente do Programa de Pós Graduação em Saúde e Tecnologia no Espaço Hospitalar -Mestrado Profissional - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Orientadora. Enfermeira do Laboratório de Simulação, da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto/UNIRIO. 

Luiz Carlos Santiago, UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO

Enfermeiro. Pós Doutor em Enfermagem pela Escola de Enfermagem de São Paulo (USP). Professor Associado Nível 2 da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) no Departamento de Enfermagem Fundamental (DEF).

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