Aggressive behaviors and reactions to aggressive between schools / Comportamentos agressivos e reações à agressividade entre escolares

Main Article Content

Michelle Carvalho de Souza
Adriana Olímpia Barbosa Felipe
Flávio Bittencourt
Letícia Maria Franco de Matos
Maria Betânia Tinti de Andrade

Resumo

Objetivo: Identificar os comportamentos agressivos e as reações à agressão entre escolares e verificar se há associação com as variáveis idade, sexo, escolaridade, situação conjugal dos pais e ao tipo de instituição escolar. Método: Estudo descritivo, transversal e quantitativo. População composta por 492 crianças, a qual gerou uma amostra de 26 crianças da escola privada e 86 da escola pública, que responderam ao Questionário de Comportamentos AgressivoseReativos entre Pares. Os dados passaram pela análise descritiva e o teste exato de Fisher. Resultados: A maioria das crianças apresentou agressividade e reações agressivas abaixo da média. E no que se refere as reações a agressividade as mais frequentes foram as respostas internalizadas. Conclusão: Os dados obtidos podem nortear intervenções de combate e prevenção da agressividade escolar. Porém, ficou evidente que será necessário desenvolver estudos com designs metodológicos mais robustos.



Downloads

Não há dados estatísticos.

Article Details

Como Citar
1.
de Souza MC, Felipe AOB, Bittencourt F, de Matos LMF, de Andrade MBT. Aggressive behaviors and reactions to aggressive between schools / Comportamentos agressivos e reações à agressividade entre escolares. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 1º de junho de 2021 [citado 24º de janeiro de 2022];13:415-20. Disponível em: http://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/9118
Seção
Research
Biografia do Autor

Michelle Carvalho de Souza, Hospital de Amor de Barretos

Graduada pela Universidade Federal de Alfenas - MG. Especialista pelo Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde da Criança e do Adolescente - UFTM. Atualmente, residente no Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia Pediátrica de Barretos - SP.

Adriana Olímpia Barbosa Felipe, Universidade Federal de Alfenas

Enfermeira, Doutora pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto -EERP, Docente da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Alfenas

Flávio Bittencourt, Universidade Federal de Alfenas

Professor do Departamento de Estatística da Universidade Federal de Alfenas desde 2013. Graduação em Matemática, Mestre em Estatística e Doutor em Engenharia Agrícola

Letícia Maria Franco de Matos, Faculdade Pitágoras

Enfermeira pela Universidade Federal de Alfenas. Pós-graduanda em Enfermagem Obstétrica, Faculdade Pitágoras, Poços de Caldas.

Maria Betânia Tinti de Andrade, Universidade Federal de Alfenas

Enfermeira. Doutoranda no Programa de Enfermagem Psiquiátrica da EERP - Universidade de Sao Paulo. Docente da Universidade Federal de Alfenas.

Plum Analytics

Referências

Borsa JC, Bandeira DR. The Peer Aggressive and Reactive Behaviors Questionnaire (PARB-Q): evidence of validity in the Brazilian context. Trends psychiatry psychother. (Impr.) 2014; 36(2): 89-100. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-60892014000200089>. Acesso em: 28 out. 2019.

Brugman S, Cornet LJ, Smeijers D, Smeets K, Oostermeijer S, Buitelaar JK et al. Examining the reactive proactive questionnaire in adults in forensic and non forensic settings: A variable and person based approach. Aggressive behav. 2016; 43(2):155–162. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/ab.21671

Silva IA; Lucatto LC; Cruz LAN; Martins RA. Considerações sobre a agressividade infantil. Revista Olhares & Trilhas. 2015; 17(21): 66-82. Disponível em: <http://www.seer.ufu.br/index.php/olharesetrilhas/article/view/30239/18026> Acesso em: 28 out. 2018.

Moura SG; Barreira MML. Agressividade infantil no contexto escolar: contribuições do psicólogo para a formação de professores. Rev Humanidades. 2017; 32 (2): 236-249. Disponível em: < https://periodicos.unifor.br/rh/article/view/7480/5551>. Acesso em:28 out. 2019.

BRASIL. Estatuto da criança e do adolescente: lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990. Brasília - DF, 2019. Disponível em: <https://www.mdh.gov.br/todas-as-noticias/2019/maio/governo-federal-lanca-nova-edicao-do-estatuto-da-crianca-e-do-adolescente-eca/ECA2019digital.pdf>. Acesso em: 07 mai. 2016.

Santos MM, Kienen N. Características do bullying na percepção de alunos e professores de uma escola de ensino fundamental. Trends Psychol. 2014; 22(1):161-78. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-389X2014000100013&lng=pt&nrm=i&tlng=pt> Acesso em: 17 maio 2017.

R Core Team. R: A language and environment for statistical computing. R Foundation for Statistical Computing, Vienna, Austria, 2016. Disponível em: <https://www.r-project.org/foundation/> Acesso em: 08 mai. 2016.

Sarchiapone M, Mandelli L, Carli V, Iosue M, Wasserman C, Hadlaczky G et al. Hours of sleep in adolescents and its association with anxiety, emotional concerns, and suicidal ideation. Sleep medicine. 2014; 15 (2): 248–254. Disponível em: <https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/mdl-24424101> Acesso em: 22 mai. 2017.

Barbosa AJG, Santos AAA, Rodrigues MC, Furtado AV, Brito NM. Agressividade na infância e contextos de desenvolvimento: família e escola. Psico (Porto Alegre). 2011; 42(2): 228-235. Disponível em: <https://www.researchgate.net/profile/Altemir_Barbosa/publication/268303287_Agressividade_na_infancia_e_contextos_de_desenvolvimento_familia_e_escola/links/553837670cf226723ab61898.pdf>. Acesso em: 25 ago. 2016.

Gagliotto GM, Berté R, Vale GV. Agressividade da criança no espaço escolar: uma abordagem psicanalítica. Revista Reflexão e Ação. 2012; 20(1):144-160.Disponível em: <https://online.unisc.br/seer/index.php/reflex/article/view/2218/2048>. Acesso em: 15 mai. 2017.

Bolsoni-Silva AT, Eleutério Levatti G, Meireles Guidugli P, Machado Marim VC. Problemas de comportamento, em ambiente familiar em escolares e pré-escolares diferenciados pelo sexo. Interam j psychol. 2015; 49(3): 354-364. Disponível em: <http://www.redalyc.org/pdf/284/28446020007.pdf>. Acesso em: 19 mai. 2017.

Tasimi A, Young L. Memories of good deeds past: The reinforcing power of prosocial behavior in children. J exp child psychol. 2016; 147:159-166. Disponível em: <http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0022096516000485>. Acesso em: 25 maio 2017.

Gequelim J, Carvalho MCN. Escola e comportamento anti-social. Ciênc cogn. 2007; 11:132-142. Disponível em: <http://www.cienciasecognicao.org/revista/index.php/cec/article/view/657/439>

Acesso em: 17 mai. 2017.

Elias, LB, Prodócimo, NS, Serralha, CA, Scorsolini-Comin, F. Conversas com profissionais da educação infantil sobre a agressividade. Barbarói. 2014; 41: 174-188. Disponível em: <https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/psi-62393> Acesso em: 25 ago. 2016.

Santos ZA, Soares AB. Habilidades sociais e bullying: um estudo entre agressores e vítimas. Psicol argum. 2016; 34(84):51-64. Disponível em: <https://periodicos.pucpr.br/index.php/psicologiaargumento/article/view/23307>. Acesso em 16 mai. 2017.

Sobral AP, Brito SSL, Pereira TLS, Delevati DM. Separação conjugal e seus desdobramentos afetivos e comportamentais no desenvolvimento da criança. Caderno de Graduação Ciências Biológicas e da Saúde. 2014; 2(1): 91-108. Disponível em: <https://periodicos.set.edu.br/index.php/fitsbiosaude/article/view/1139/768> Acesso em: 21 mai. 2017.

Silva FR, Assis SG. Prevenção da violência escolar: uma revisão da literatura. Educ pesqu. 2018; 44: e157305. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ep/2017nahead/1517-9702-ep-S1517-9702201703157305.pdf. Acesso em: 23 mai. 2017.