Caracterização dos pacientes em uso de drogas vasoativas internados em unidade de terapia intensiva Patients’ characterization in use of vasoactive drugs hospitalized in intensive care unit

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Elizabeth Mesquita Melo
Tâmara Medeiros Monte de Oliveira
Aline Mota Marques
Andreza Moura Magalhães Ferreira
Felícia Maria Matias Silveira
Violeta Frota Lima

Resumo

Objetivo: Caracterizar o paciente internado em unidade de terapia intensiva (UTI) em uso de drogas vasoativas (DVA). Métodos: Estudo descritivo, retrospectivo, abordagem quantitativa, com 85 pacientes internados na UTI de um hospital municipal, em Fortaleza-Ceará. Coleta dos dados realizada em março e abril de 2011, pela consulta ao relatório de enfermagem. Resultados: 55,3% eram do sexo feminino, com média de idade de 70 anos. O diagnóstico mais comum foi o acidente vascular encefálico (29,4%), seguido das pneumopatias (23,5%); 89,4% necessitaram de suporte ventilatório invasivo, 98,9% usaram sonda nasogástrica e 92,9% sonda vesical de demora; 92,9 % utilizaram acesso venoso central e 90,6% fizeram uso de antibióticos. Quanto aos níveis pressóricos, apenas 4,9% apresentaram normalidade; a noradrenalina foi a DVA mais utilizada (67,1%) seguida da dopamina (35,3%); 64,7% evoluíram para óbito. Conclusão: O paciente grave apresenta especificidades que exigem conhecimento da equipe de enfermagem para uma assistência de qualidade.

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Como Citar
1.
Melo EM, de Oliveira TMM, Marques AM, Ferreira AMM, Silveira FMM, Lima VF. Caracterização dos pacientes em uso de drogas vasoativas internados em unidade de terapia intensiva Patients’ characterization in use of vasoactive drugs hospitalized in intensive care unit. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 15º de julho de 2016 [citado 13º de agosto de 2022];8(3):4898-904. Disponível em: http://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/4408
Seção
Research
Biografia do Autor

Elizabeth Mesquita Melo, Universidade de Fortaleza. Hospital São José de Doenças Infecciosas. Hospital Distrital dr. Evandro Ayres de Moura.

Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará/UFC. Professora da Universidade de Fortaleza/UNIFOR. Enfermeira Intensivista titulada pela Associação Brasileira de Medicina Intensiva/AMIB. Enfermeira da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital São José de Doenças Infecciosas e do Hospital Distrital Dr. Evandro Ayres de Moura.

Tâmara Medeiros Monte de Oliveira, Universidade de Fortaleza.

Enfermeira graduada pela Universidade de Fortaleza/UNIFOR. Especialista em Enfermagem em Terapia Intensiva pela Universidade Estadual do Ceará.

Aline Mota Marques, Universidade de Fortaleza

Acadêmica de Enfermagem. Bolsista do CNPq/PIBIC. Universidade de Fortaleza/UNIFOR. 

Andreza Moura Magalhães Ferreira, Universidade de Fortaleza

Acadêmica de Enfermagem. Bolsista do programa Aluno Voluntário de Iniciação Científica/PAVIC. Universidade de Fortaleza/UNIFOR. 

Felícia Maria Matias Silveira, Universidade de Fortaleza

Enfermeira graduada pela Universidade de Fortaleza/UNIFOR. Aluna do Curso de especialização em Enfermagem em Terapia Intensiva pela Universidade Estadual do Ceará. Enfermeira do Hospital Otoclínicia.

Violeta Frota Lima, Universidade de Fortaleza.

Acadêmica de Enfermagem. Bolsista do CNPq/PIBIT. Universidade de Fortaleza/UNIFOR. Fortaleza-CE, Brasil. 

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