Estresse e coping em familiares de pacientes no transoperatório de cirurgia cardíaca Stress and coping among patients’ relatives in the transoperative of cardiac surgery

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Graciele Locatelli Martins
Fernanda Duarte Siqueira
Eliane Raquel Rieth Benetti
Cátia Cristiane Matte Dezordi
Vivian Lemes Lobo Bittencourt
Eniva Miladi Fernandes Stumm

Resumo

Objetivo: avaliar estresse e coping de familiares de pacientes no transoperatório de cirurgia cardíaca. Método: estudo quantitativo, descritivo, transversal, realizada em um hospital porte IV, com 53 familiares que aguardavam na sala de espera do centro cirúrgico. Os dados foram coletados em março e abril de 2013, por meio de formulário de dados sociodemográficos e Inventário de Sintomas de Stress e Inventário de Coping de Jalowiec. Projeto de pesquisa aprovado por Comitê de Ética, Parecer n° 198.527. Resultados: 60% são mulheres, idade entre 18 a 58 anos, casadas, com filhos, católicas, a maioria filhas dos pacientes. Quanto às fases de estresse, 60% se encontravam na Fase Intermediária e o estilo de coping mais utilizado foi o Sustentativo. Conclusão: os resultados podem subsidiar profissionais da saúde, pesquisadores e gestores, mobilizar ações integradas visando qualificar a assistência no perioperatório, com ênfase no cuidado aos pacientes e familiares.

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Como Citar
1.
Martins GL, Siqueira FD, Benetti ERR, Dezordi CCM, Bittencourt VLL, Fernandes Stumm EM. Estresse e coping em familiares de pacientes no transoperatório de cirurgia cardíaca Stress and coping among patients’ relatives in the transoperative of cardiac surgery. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 15º de julho de 2016 [citado 4º de dezembro de 2022];8(3):4704-10. Disponível em: http://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/4435
Seção
Research
Biografia do Autor

Graciele Locatelli Martins, UNIJUI

Enfermeira. Pós-Graduanda em Enfermagem em Terapia Intensiva pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI). Hospital de Caridade de Ijuí. Ijuí, Rio Grande do Sul, Brasil. E-mail: graci.l.martins88@gamil.com

Fernanda Duarte Siqueira, UNIJUÍ

Graduanda em Enfermagem pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI), Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/CNPq. Ijuí, Rio Grande do Sul, Brasil. E-mail: nandadu29@hotmail.com

Eliane Raquel Rieth Benetti, UNIJUÍ

Enfermeira. Mestre em Enfermagem, Doutoranda em Enfermagem pelo PPGEnf da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Hospital Universitário de Santa Maria/RS. Docente do Departamento de Ciências da Vida da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI). Ijuí, Rio Grande do Sul, Brasil. E-mail: elianeraquelr@yahoo.com.br

Cátia Cristiane Matte Dezordi, UNIJUÍ

Enfermeira. Mestranda em Atençao Integral à Saúde, Unijuí.  Rio Grande do Sul, Brasil. 

Vivian Lemes Lobo Bittencourt, UNIJUÍ

Enfermeira. Mestranda no Programa de Atenção Integral à Saúde pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI). Hospital Unimed Noroeste RS. Ijuí, Rio Grande do Sul, Brasil. E-mail: vivillobo@hotmail.com

Eniva Miladi Fernandes Stumm, Unijui

Enfermeira. Doutora em Ciências pela UNIFESP. Docente do Departamento de Ciências da Vida e do Programa de Pós Graduação em Atenção Integral à Saúde da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI). Ijuí, Rio Grande do Sul, Brasil. Email: eniva@unijui.edu.br

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