Comfort requirements of patients assisted by the urgency and emergency service: implications for the nursing profession / Necessidades de conforto de pacientes atendidos no serviço de urgência e emergência: implicações para enfermagem

Keila Maria de Azevedo Ponte, Francisco Elinaldo Santiago Bastos, Maria Gabriela Miranda Fontenele, José Garcia de Sousa, Otávia Cassimiro Aragão

Resumo


Objetivo: Descrever conforto para pacientes em serviço de emergência e implicações no cuidado de enfermagem. Método: Estudo exploratório descritivo qualitativo, realizado em hospital do Norte do Ceará referência para 55 municípios, com amostra de 85 pacientes, internados de 12 a 24 horas no Serviço de Emergência, investigados através de formulário, entre novembro de 2014 a fevereiro de 2015, com dados foram tratados segundo análise temática de Minayo. CEP 793.626 e CAAE 30640114.7.0000.5053. Resultados: No aspecto físico, a dor é o principal desconforto; no contexto psicoespiritosociocultural, a espera por atendimento; nos aspectos ambientais, os leitos. Conclusão: Os profissionais da enfermagem foram citados como os que mais contribuem para amenizar o desconforto dos pacientes.

Palavras-chave


Paciente, emergência, enfermagem

Texto completo:

PDF-EN PDF-PT

Referências


FREITAS KS; MENEZES IG; MUSSI FC. Conforto na perspectiva de familiares de pessoas internadas em unidade de terapia intensiva. Texto Contexto Enferm 2012 Out-Dez; 21(4): 896-904. 2. SILVA AL et al. Mulher cardiopata com úlcera por pressão: reflexão fenomenológica sobre um modelo de cuidado clínico de conforto. Esc. Anna Nery 2013 Jan-Mar; 17 (1): 168-172. 3. POTTER PA, PERRY AG. Fundamentos de enfermagem. 7a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 4. PONTE KMA, SILVA LF. Implementação do método pesquisa-cuidado com base na teoria do conforto: relato de experiência. Cienc Cuid Saude 2014 Abr-Jun; 13(2): 388-393. 5. MARTINS JT, et al. Equipe de enfermagem de emergência: riscos ocupacionais e medidas de autoproteção. Rev enferm UERJ 2014 MaiJun; 22(3): 334-340. 6. FIGUEIREDO NMA, VIEIRA AAB. Urgência e emergência: atendimentos e cuidados de enfermagem. 5a ed. São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2012. 7. ALVES DP. Arquitetura Hospitalar: conceito de ambiência no processo de humanização do edifício de saúde. Joinville. Monografia [Graduação em Tecnologia da Gestão Hospitalar] – Instituto Federal de Educação de Santa Catarina, 2015. 8. DURO CLM, LIMA MADS. O papel do enfermeiro nos sistemas de triagem em Urgência e Emergências: análise da literatura. Online Brazilian Journal of Nursing 2010 Jun 9(3): 01-12. 9. SANTOS JLG, et al. Desafios para a gerência do cuidado em urgência e emergência na perspectiva de enfermeiros. Acta Paul Enferm 2013 26(2): 136-143. 10. JORGE VC, et al. Equipe de enfermagem e detecção de indicadores de agravamento em pacientes de pronto-socorro. Esc. Anna Nery 2012 Out-Dez; 16(4): 767-774. 11. DUGAS BW. Enfermagem prática. 4a ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 12. ALMEIDA OSC, GAMA ER, BAHIANA PM. Humanização do parto: a atuação dos enfermeiros. Revista Enfermagem Contemporânea 2015 Jan-Jun;4(1):79-90. 13. CAMARGO FCM et al. A aplicabilidade da teoria do cuidado cultural por enfermeiras nos periódicos de saúde do Brasil (1992–2011). J. res. fundam. care. online 2014 Out-Dez; 6(4):1743-1755. 14. SILVA FVF. Processo de enfermagem com vistas ao cuidado clínico de conforto do paciente com insuficiência cardíaca no domicílio. Fortaleza. Dissertação [Mestrado de Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde] – UECE; 2013. 15. DURANTE ALTC, TONINI T, ARMINI LR. Conforto em cuidados paliativos: o saber-fazer do enfermeiro no hospital geral. Rev enferm UFPE on line Mar 8(3): 530-536. 16. SOUZA SS, et al. Reflexões de profissionais de saúde acerca do seu processo de trabalho. Rev. Eletr. Enf. [Internet]. 2010;12(3):449-555. 17. MINAYO MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12a ed. São Paulo: Hucitec, 2010. 18. GARCIA VM, REIS RK. Perfil de usuários atendidos em uma unidade não hospitalar de urgência. Rev. bras. enferm. 2014 Mar-Abr; 67(2): 261-267. 19. BARRETO RF, et al. Avaliação de dor e do perfil epidemiológico, de pacientes atendidos no pronto-socorro de um hospital universitário. Rev Dor. 2012 Jul-Set;13(3): 213-219.

GUEDES MVC. HENRIQUES ACPT, LIMA MMN. Acolhimento em um serviço de urgência e emergência: percepção dos usuários. Rev. bras. enferm. 2013 Jan-Fev 66 (1): 31-37. 21. OLIVEIRA ANS, et al. O perfil clínico epidemiológico dos usuários da rede de urgências no interior de Pernambuco. Rev. pesqui. cuid. fundam. (Online) 2013 Abr-Jun; 5(2): 3601-3607. 22. OHARA R, MELO MRAC, LAUS AM. Caracterização do perfil assistencial dos pacientes adultos de um pronto socorro. Rev. bras. enferm. 2010 Sep-Out; 63(5): 749-754. 23. BASTOS, FES, PONTE KMA, SOUSA JG. Diagnósticos, sinais e sintomas de pacientes em unidade de urgência e emergência: Estudo bibliográfico. Essentia 2015 Jan-Jun; 16(2): 81-103.




DOI: http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2019.v11i4.925-930 

Article Metrics

Metrics Loading ...

Metrics powered by PLOS ALM


Direitos autorais 2019 Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

Novas regras para submissão de artigos na RPCFO a partir de 01/07/2018. Clique aqui.

O atendimento telefônico da secretaria funciona de 06:00 as 09:00, de segunda a sexta feira.

 

        

Crossref Metadata User Badge