Interpersonal relations between nursing-patient in the perspective of current violence / Relações interpessoais entre enfermeiro-paciente na perspectiva da violência atual

Jhuliano Ramos Silva de Souza, Andreia Barbosa Cristina Costa, Sueli de Carvalho Vilela

Resumo


Objetivo: refletir sobre a importância da relação interpessoal entre enfermeiro-paciente na perspectiva da violência atual. Métodos:trata-se de um estudo descritivo-reflexivo. As bases de dados utilizadas foram: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde, National Library of Medicine, SCOPUS, Web Of Science e Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature, nos idiomas: inglês, espanhol e português, dos últimos dez anos. Resultados:emergiram três categorias: 1) A violência sofrida pelos profissionais da enfermagem no ambiente de trabalho; 2) A educação como ferramenta para minimizar a violência no trabalho e a 3) Cuidado de enfermagem a pessoas vulneráveis e expostas a violência. Conclusão:as relações interpessoais podem evitar que atos de violência sejam praticados no ambiente de trabalho, cabendo a própria instituição e os setores gerenciais capacitarem toda a equipe, utilizando a educação continuada como uma ferramenta eficaz para essa questão.


Palavras-chave


Relações Interpessoais; Relações Enfermeiro-Paciente; Comunicação; Violência

Texto completo:

PDF-EN PDF-PT

Referências


Broca PV, Ferreira M de A. Communication process in the nursing teama based on the dialogue between Berlo and King. Esc Anna Nery - Rev Enferm. 2015;19(3):467–74. DOI: http://dx.doi.org/10.5935/1414-8145.20150062.

Lima MP, Oliveira J, Musse S. Violência sofrida pelos enfermeiros nas instituições de saúde: uma revisão da literatura. Ciências biológicas e de Saúde Unit. 2018;4 (3):161 72. Disponível em: https://periodicos.set.edu.br/index.php/cadernobiologicas/article/view/5171/273.

Hagopian EM, Freitas GF. Baptista PCP. Assédio moral no trabalho em enfermagem. Rev baiana enferm .2017; 31(1):e16588. DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v31i1.16588.

Organização Mundial da Saúde. Global Status Report on Violence Prevention. [internert]. 2014; 561–5. Disponível em: http://www.who.int/iris/handle/10665/145086.

Organização Mundial da Saúde. Relatório mundial sobre violência e saúde. Organ Mund da Saúde [Internet]. 2002;380. Disponível em: http://www.opas.org.br/wp-content/uploads/2015/09/relatorio-mundial-violencia-saude.pdf.

Freitas RJM, Pereira MFA, Lima CHP, Melo JN, Oliveira KKD. A violência contra os profissionais da enfermagem no setor de acolhimento com classificação de risco. Rev Gaúcha Enferm. 2017;38(3):e62119. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/1983- 1447.2017.03.62119.

Oliveira RP, Nunes MO. Violência relacionada ao trabalho: uma proposta conceitual. DOI: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-12902008000400004&lng=en. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0104 12902008000400004.

Pedro DRC, Silva GKT, Lopes APAT, Oliveira JLCO, Tonini NS. Violência ocupacional na equipe de enfermagem: análise à luz do conhecimento produzido. Saúde em Debate. 2017;41(113):618–29. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0103-1104201711321.

Sabbath EL, Hurtado DA, Okechukwu CA, Tamers SL, Nelson C, Kim SS, et al. Occupational injury among hospital patient-care workers: What is the association with workplace verbal abuse? Am J Ind Med. 2014;57(2):222–32. DOI:10.1002/ajim.22271.

Purpora C, Blegen MA. Job satisfaction and horizontal violence in hospital staff registered nurses: The mediating role of peer relationships. J Clin Nurs. 2015;24(15–16):2286–94. DOI: 10.1111/jocn.12818

Angland S, Dowling M, Casey D. Nurses’ perceptions of the factors which cause violence and aggression in the emergency department: A qualitative study. Int Emerg Nurs [Internet]. 2014;22(3):134–9. DOI: http://dx.doi.org/10.1016/j.ienj.2013.09.005.

Morken T, Alsaker K, Johansen IH. Emergency primary care personnel’s perception of professional-patient interaction in aggressive incidents - A qualitative study. BMC Fam Pract [Internet]. 2016;17(1):1–6. DOI: http://dx.doi.org/10.1186/s12875-016-0454-7.

Casella SM. Therapeutic rapport: The forgotten intervention. J Emerg Nurs. 2015;41(3):252–4. DOI: 10.1016/j.jen.2014.12.017.

Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Departamento de Gestão da Educação em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 64 p. (Série B. Textos Básicos de Saúde) (Série Pactos pela Saúde 2006; v. 9). Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pacto_saude_volume9.pdf.

Brasil. Ministério da Saúde (MS). Série Pactos pela Saúde: Política Nacional de Educação Permanente em Saúde [Internet]. 2006. 65 p. Disponível em: http://www.saude.es.gov.br/download/PoliticaNacionalEducPermanenteSaude_V9.pdf

Salci MA, Maceno P, Rozza SG, Silva DMGV, Boehs AE, Heidemann ITSB. Educação em saúde e suas perspectivas teóricas: algumas reflexões. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 2013 Jan-Mar; 22(1): 224-30. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tce/v22n1/pt_27.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Subsecretaria de Assuntos Administrativos. Educação Permanente em Saúde: um movimento instituinte de novas práticas no Ministério da Saúde:1ed. Brasília, 2014. p:120. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/educacao_permanente_saude_movimento_instituinte.pdf.

Tölli S, Partanen P, Kontio R, Häggman-Laitila A. A quantitative systematic review of the effects of training interventions on enhancing the competence of nursing staff in managing challenging patient behaviour. J Adv Nurs. 2017;73(12):2817–31. DOI: 10.1111/jan.13351.

Anderzen-Carlsson A, Gillå C, Lind M, Almqvist K, Lindgren Fändriks A, Källström Å. Child healthcare nurses’ experiences of asking new mothers about intimate partner violence. J Clin Nurs. 2018;27(13–14):2752–62. DOI: 10.1111/jocn.14242.

Acosta DF, de Oliveira Gomes VL, Gomes GC, Da Fonseca AD, de Oliveira DC. Ethical and legal aspects in nursing care for victims of domestic violence. Texto e Context Enferm. 2017;26(3):1–9. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0104-07072017006770015.

Adamshick P. Support for At-Risk Girls: A School-Based Mental Health Nursing Initiative. J Holist Nurs. 2015;33(3):228–37. DOI: 10.1177/0898010114564683.

Sundborg E, Törnkvist L, Saleh-Stattin N, Wändell P, Hylander I. To ask, or not to ask: the hesitation process described by district nurses encountering women exposed to intimate partner violence. J Clin Nurs. 2017;26(15–16):2256–65. DOI: 10.1111/jocn.12992.

Fernandes MA, Lima GA, Silva JS. Listening therapy as suicide prevention strategy: experience report. Rev Enferm UFPI. 2018 Jan-Mar;7(1):75-9. DOI: https://doi.org/10.26694/2238-7234.7175-79.

Campos DB, Bezerra IC, Jorge MSB. Mental health care technologies: Primary Care practices and processes. Rev Bras Enferm [Internet]. 2018;71(Suppl 5):2101-8. [Thematic Issue: Mental health]. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2017-0478.




DOI: http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.rpcfo.v12.9103 

Article Metrics

Metrics Loading ...

Metrics powered by PLOS ALM


Direitos autorais 2020 Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

SCImago Institutions Rankings

 

  

 

Novas regras para submissão de artigos na RPCFO a partir de 01/07/2018. Clique aqui.