BE THE ACCOMPANYING MOTHER OF A PREMATURE CHILD

Nilba Lima de Souza, Ana Dulce Batista dos Santos, Sheila Duarte de Mendonça, Camila Alves Santos

Resumo


Objetivo: compreender como as mães percebem sua vivência como acompanhante do filho prematuro na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Métodos: Estudo qualitativo com dados coletados entre março e junho de 2008 em Natal-RN, com a participação de vinte e oito mulheres e as falas maternas foram tratadas por meio da análise de conteúdo. Resultados: o tempo de permanência como mãe acompanhante é causador de repercussões negativas para as mães, principalmente devido ao relacionamento com a equipe de saúde no que se refere à ansiedade em busca de informações e pouca valorização as necessidades emocionais maternas. Conclusão: Percebe-se que uma boa comunicação entre os profissionais e as mães favorece o seu desempenho como mãe-acompanhante e torna a sua trajetória hospitalar menos desgastante e com mais aprendizado. Sendo o enfermeiro um agente de transformação para uma prática de cuidar mais humanizado.

Palavras-chave


Comportamento materno; Prematuro; Enfermagem neonatal; Relações profissional-paciente

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DOI: http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.rpcfo.v4.1871 

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