Instrumentos de medición en la evaluación de enfermería oncológica paliativa

beneficios y desafíos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.9789/2175-5361.rpcfo.v18.14825

Palabras clave:

Avaliação em enfermagem, Avaliação de resultados em cuidados de saúde, Cuidados paliativos, Enfermagem oncológica,, Medidas de resultados relatados pelo paciente

Resumen

Objetivo: Identificar los instrumentos de medición utilizados por las enfermeras en cuidados paliativos oncológicos para adultos, analizar sus beneficios y limitaciones, y comprender cómo se incorporan estas herramientas a la atención centrada en la persona. Método: Investigación cualitativa, aprobada por el Comité de Ética de la Investigación, con 31 enfermeras oncológicas reclutadas mediante la técnica de muestreo en bola de nieve. La recopilación de datos se realizó en un entorno virtual mediante un cuestionario electrónico, entre julio y agosto de 2023. Los datos se analizaron mediante análisis de contenido. Resultados: Se identificaron dieciséis instrumentos de medición relacionados con la evaluación de síntomas, el desempeño funcional y el pronóstico. Si bien se reconoce su relevancia para mejorar el razonamiento clínico y la planificación terapéutica, aproximadamente la mitad de las participantes informaron no utilizarlos, citando la carga de trabajo, la falta de conocimiento y las limitaciones estructurales. Conclusión: La integración sistemática de estos instrumentos en el proceso de trabajo de enfermería puede mejorar los cuidados paliativos oncológicos. Sin embargo, su subutilización limita este potencial, lo que indica la necesidad de cualificación profesional y apoyo institucional.

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Biografía del autor/a

Thayane de Fátima Costa Moraes, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Graduada em Enfermagem pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Especialista em Oncologia Clínica, na modalidade de Residência Multiprofissional, pela Universidade Federal Fluminense (UFF), e Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Foi monitora de Biologia Celular e bolsista de Iniciação Científica do Laboratório de Angiogênese e Genética da UERJ. Atuou como bolsista do Ministério da Saúde em projeto de Vigilância Epidemiológica e participou do Curso de Verão do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Integra o Grupo de Estudos e Pesquisa em Oncologia Integrativa da UNIRIO. Atualmente, exerce a função de Supervisora de Enfermagem da Linha Onco-Hematológica e de Transplante de Medula Óssea em instituição privada.

Sônia Regina de Souza, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Doutora em Enfermagem e Pós-doutora em Ciências do Cuidado em Saúde. Professora Titular do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto (EEAP), Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Líder do Grupo de Estudos e Pesquisa em Oncologia Integrativa (GEPOI/CNPq) Rio de Janeiro – RJ – Brasil.

Patrícia Quintans Cundines Pacheco , Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Doutora em Ciências e Pós-Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem Materno Infantil da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto (EEAP), Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Líder do Grupo de Pesquisa em Educação Permanente (GPEP) e vice-líder do Laboratório de Pesquisa sobre Infância e Saúde (LAPIS/CNPq). Rio de Janeiro – RJ – Brasil.

Carla Maria Castro dos Santos , Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Mestre em Ciência e Tecnologia no Espaço Hospitalar pela UNIRIO. Enfermeira Navegadora do Centro Nacional de Transplante de Medula Óssea do Instituto Nacional de Câncer-INCA, Rio de Janeiro- RJ - Brasil.

Rafaela Silveira Lobo Lage, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Doutoranda em Enfermagem e Biociências. Mestre em Saúde e Tecnologia no Espaço Hospitalar Pela UNIRIO. Enfermeira da área de enfermagem em quimioterapia e ambulatório de cateter infantil do Instituto Nacional do Câncer - INCA, Rio de Janeiro - RJ - Brasil.

Carolina Cristina Scrivano dos Santos, UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Biociências (PPGENFBIO/UNIRIO). Enfermeira, especialista em oncologia, técnica em enfermagem no Hospital Universitário Pedro Ernesto, Rio de Janeiro - RJ – Brasil.

Nathália Fernanda Fernandes da Rocha , Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Biociências (PPGENFBIO/UNIRIO). Sanitarista, especialista em Gestão em Saúde (IMS/UERJ). Graduada em Saúde Coletiva (UFRJ), Rio de Janeiro – RJ – Brasil.

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Publicado

2026-06-04

Cómo citar

1.
Costa Moraes T de F, de Souza SR, Quintans Cundines Pacheco P, Castro dos Santos CM, Silveira Lobo Lage R, Scrivano dos Santos CC, Fernandes da Rocha NF. Instrumentos de medición en la evaluación de enfermería oncológica paliativa: beneficios y desafíos. Rev. Pesqui. (Univ. Fed. Estado Rio J., Online) [Internet]. 4 de junio de 2026 [citado 27 de julio de 2026];18:e-14825. Disponible en: https://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/14825

Número

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