)verall and cancer-specific survival in women with cervical cancer / Sobrevida global e específica em mulheres com câncer do colo do útero

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.9789/2175-5361.rpcfo.v18.14894

Resumen

Objetivo: analizar la supervivencia global y específica a cinco años e identificar factores pronósticos asociados al cáncer de cuello uterino. Métodos: cohorte retrospectiva poblacional de mujeres de 18 años as más diagnosticadas entre 2008 y 2013 y seguidas hasta cinco años. La supervivencia se estimó con Kaplan-Meier y las asociaciones se evaluaron con un modelo de riesgos proporcionales. Resultados: la supervivencia global a cinco años fue 59,0% y la específica 61,2%. Edad ≥50 años se asoció con mayor riesgo de muerte (razón de riesgos 1,21; intervalo de confianza 95%: 1,01–1,46). Se observó alta falta de información en variables sociodemográficas. Conclusión: se requiere mejorar los sistemas de información y fortalecer el tamizaje.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Debora Morais Almeida, Universidade federal de Rondonópolis

Bacharel em Enfermagem pela Universidade Federal de Rondonópolis (2024), Especialista em Saúde da Família (2026), com experiência na Atenção Primária à Saúde e atuação em projetos estratégicos do SUS, como planifica SUS, Imuniza Mais MT e Imunobiológicos Especiais. Possui vivência em ações de promoção da saúde, prevenção de agravos, acompanhamento de usuários e apoio à gestão em saúde, com foco na qualificação dos processos assistenciais e organizacionais.

Jânia Cristiane de Souza Oliveira, Universidade Federal de Rondonópolis

Possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de Mato Grosso (2005), especialização em Saúde Pública com ênfase nos sistemas locais de saúde pela Escola de Saúde Pública - MT (2008). Mestre em Saúde Coletiva pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (2010). Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Mato Grosso (2021). Atualmente é Docente Associado II do Curso de Graduação em Enfermagem e coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família (PREMSAF) da Universidade Federal de Rondonópolis.

Jacqueline Pimenta Navarro, Universidade Federal de Mato Grosso

Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Mestre pela Faculdade de Enfermagem da UFMT. Graduação em Enfermagem pela UFMT. Possui vínculo com a Universidade Federal de Rondonópolis/MT (UFR) como Professor Associado. Atualmente atua como tutora e coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família PREMSAF/UFR, e docente no curso de Graduação em Enfermagem, atuando nas disciplinas Estágio Curricular I e II, Práticas Integradoras, Práticas do Cuidar em Enfermagem II e Processos do Cuidar na Saúde da Criança e do Adolescente. Atua principalmente nos seguintes temas: Enfermagem, Câncer, Saúde Coletiva, Arboviroses.

Bruna Estevão Araujo, Secretaria Municipal de Rondonópolis

Possui graduação em enfermagem. Especialista em Saúde da Família (residência multiprofissional). Possui especializações em Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia, e Enfermagem na Saúde Pública com Ênfase em Vigilância em Saúde. Atualmente, pós-graduanda em Planejamento e Gestão em Saúde, e em Preceptoria para Educação Profissional em Saúde com ênfase na Atenção Primária à Saúde e Vigilância em Saúde. Atua como responsável por agravos de notificação compulsória no Departamento de Vigilância Epidemiológica, na Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis - MT. Também atua como preceptora do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e do curso Mais Saúde com Agente. 

Leonardo Teixeira Lage, Universidade Federal de Rondonópolis

Leonardo Teixeira Lage é Especialista em Saúde da Família e mestrando em Biociências e Saúde (PPGBioS - UFR), na linha de pesquisa de Doenças Infecciosas, Emergentes e Negligenciadas. Atua como professor universitário nas áreas de saúde coletiva e saúde da família. É professor substituto da Universidade Federal de Rondonópolis onde atua no curso de graduação de Medicina, além da Residência Multiprofissional em Saúde da Família (PREMSAF) como professor/tutor/orientador.

Citas

Soerjomataram I, Cabasag CJ, Bardot A, Fidler-Benaoudia MM, Miranda-Filho A, Ferlay J, et al. Cancer survival in Africa, Central and South America, and Asia (SURVCAN-3): a population-based comparative study of 32 countries. Lancet Oncol. [Internet]. 2023 [cited 20 Jun 2026];24(1). Available from: https://doi.org/10.1016/S1470-2045(22)00704-5.

Brasil. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Relatório anual 2023: dados e números sobre câncer do colo do útero. Rio de Janeiro: INCA; 2023.

Brasil. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Estimativa 2023-2025: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA; 2023.

Carvalho MS, Andreozzi VL, Codeço CT, Campos DP, Barbosa MTS, Shimakura SE. Análise de sobrevivência: teoria e aplicações em saúde. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2011.

Allemani C, et al. Global surveillance of trends in cancer survival 2000-14 (CONCORD-3): analysis of individual records for 37 million patients diagnosed with one of 18 cancers from 322 population-based registries in 71 countries. Lancet. [Internet]. 2018 [cited 20 Jun 2026];391. Available from: https://doi.org/10.1016/S0140-6736(17)33326-3.

Kaplan EL, Meier P. Nonparametric estimation from incomplete observations. J Am Stat Assoc. [Internet]. 1958 [cited 20 Jun 2026];53(282). Available from: https://doi.org/10.1080/01621459.1958.10501452.

Bray F, Ferlay J, Soerjomataram I, Siegel RL, Torre LA, Jemal A. Global cancer statistics 2018: GLOBOCAN estimates of incidence and mortality worldwide for 36 cancers in 185 countries. CA Cancer J Clin. [Internet]. 2018 [cited 20 Jun 2026];68(6). Available from: https://doi.org/10.3322/caac.21492.

Silva FA, et al. Políticas públicas de saúde para o enfrentamento do câncer no Brasil: análise dos planos estaduais de atenção oncológica. Rev Bras Cancerol. [Internet]. 2024 [acesso em 20 de junho 2026];70(1):e144454. Disponível em: https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2024v70n1.4454.

Romero DE, Cunha CB. Avaliação da qualidade das variáveis socioeconômicas e demográficas dos óbitos de crianças menores de um ano registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade do Brasil. Cad Saude Publica. [Internet]. 2006 [acesso em 20 de junho 2026];22(3). Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0102-311X2006000300022.

Santana BEF, Andrade ACS, Muraro AP. Tendência da incompletude das variáveis escolaridade e raça/cor da pele da mãe no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos do Brasil, 2012-2020. Epidemiol Serv Saude. [Internet]. 2023 [acesso em 20 de junho 2026];32(1):e2022725. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S2237-96222023000100013.

Carmo CC, Luiz RR. Sobrevida de mulheres com câncer do colo uterino diagnosticadas em um centro brasileiro. Rev Saude Publica. [Internet]. 2011 [acesso em 20 de junho 2026];45(4). Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0034-89102011005000029.

Alves RJV, Watte G, Garcez AS, et al. Sobrevida de mulheres com câncer de colo uterino em um centro de referência do sul do Brasil. Braz J Oncol. [Internet]. 2017 [cited 20 Jun 2026];13(46). Available from: https://doi.org/10.26790/BJO20171346A74.

Seppä K, Hakulinen T, Pokhrel A. Choosing the net survival method for cancer survival estimation. Eur J Cancer. [Internet]. 2015 [cited 20 Jun 2026];51(9). Available from: https://doi.org/10.1016/j.ejca.2013.09.019.

Rocha FA. Aspectos sociais e raciais na sobrevida do câncer do colo do útero. Rio de Janeiro: Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva; 2025. Trabalho de conclusão de residência médica em oncologia.

Brasil. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero. 2. ed. Rio de Janeiro: INCA; 2016.

World Health Organization. Global strategy to accelerate the elimination of cervical cancer as a public health problem. Geneva: WHO; 2020. Available from: https://www.who.int/publications/i/item/9789240014107.

Barata RB. Como e por que as desigualdades sociais fazem mal à saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2009. Disponível em: https://doi.org/10.7476/9788575413913.

Travassos C, Oliveira EXG, Viacava F. Desigualdades geográficas e sociais no acesso aos serviços de saúde no Brasil: 1998 e 2003. Cien Saude Colet. [Internet]. 2006 [acesso em 20 de junho 2026];11(4). Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1413-81232006000400019.

Aizer AA, Chen MH, McCarthy EP, Mendu ML, Koo S, Wilhite TJ, et al. Marital status and survival in patients with cancer. J Clin Oncol. [Internet]. 2013 [cited 20 Jun 2026];31(31). Available from: https://doi.org/10.1200/JCO.2013.49.6489.

Pinquart M, Duberstein PR. Associations of social networks with cancer mortality: a meta-analysis. Crit Rev Oncol Hematol. [Internet]. 2010 [cited 20 Jun 2026];75(2). Available from: https://doi.org/10.1016/j.critrevonc.2009.06.003.

Viacava F, Oliveira RAD, Carvalho CC, Laguardia J, Bellido JG. Avaliação de sistemas de informação em saúde: abordagens e desafios. Cien Saude Colet. [Internet]. 2019 [acesso em 20 de junho 2026];24(6). Disponível em: https://doi.org/10.1590/1413-81232018246.06032019.

Publicado

2026-07-20

Cómo citar

1.
Morais Almeida D, Cristiane de Souza Oliveira J, Pimenta Navarro J, Estevão Araujo B, Teixeira Lage L. )verall and cancer-specific survival in women with cervical cancer / Sobrevida global e específica em mulheres com câncer do colo do útero. Rev. Pesqui. (Univ. Fed. Estado Rio J., Online) [Internet]. 20 de julio de 2026 [citado 15 de agosto de 2026];18:e-14894. Disponible en: https://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/14894

Número

Sección

Artículo original

Artículos más leídos del mismo autor/a

Plum Analytics