Conviviality groups for elderly people in primary health care: contributions to active aging / Grupo de convivência para idosos na atenção primária à saúde: contribuições para o envelhecimento ativo

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Giselle Fernanda Previato
Iara Sescon Nogueira
Raquel Cristina Luís Mincoff
André Estevam Jaques
Lígia Carreira
Vanessa Denardi Antoniassi Baldissera

Resumo

Objetivo: Analisar as contribuições do grupo de convivência de idosos para o envelhecimento ativo na perspectiva de seus participantes. Metodologia: Estudo qualitativo, exploratório-descritivo, realizado com 14 idosos participantes de um grupo de convivência de uma Unidade Básica de Saúde. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas, submetidas a análise de conteúdo de Bardin e analisadas à luz da Política de Envelhecimento Ativo. Resultados:  Emergiram três categorias temáticas: “Grupo de convivência como oportunidade de lazer socializante para idosos”; “Grupo de Convivência como espaço de aprendizagem para os idosos”; “A importância do Grupo de Convivência no processo de promoção da saúde e envelhecimento ativo dos idosos”. Conclusão: A percepção dos idosos frente a participação no grupo de convivência remeteu a momentos de lazer, socialização, aprendizado e melhora da saúde física e mental, contribuindo para ampliar a qualidade de vida enquanto envelhecimento ativo.

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Como Citar
1.
Previato GF, Nogueira IS, Luís Mincoff RC, Jaques AE, Carreira L, Baldissera VDA. Conviviality groups for elderly people in primary health care: contributions to active aging / Grupo de convivência para idosos na atenção primária à saúde: contribuições para o envelhecimento ativo. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 1º de janeiro de 2019 [citado 25º de janeiro de 2022];11(1):173-80. Disponível em: http://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/6869
Seção
Research
Biografia do Autor

Giselle Fernanda Previato, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ (UEM)

ENFERMEIRA. MESTRE EM ENFERMAGEM PELO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM (PSE) DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ (UEM) - MARINGÁ, PARANÁ-BRASIL.

Iara Sescon Nogueira, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ (UEM)

ENFERMEIRA. MESTRE EM ENFERMAGEM. DOUTORANDA PELO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM (PSE) DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ (UEM) - MARINGÁ, PARANÁ-BRASIL.

Raquel Cristina Luís Mincoff, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Enfermeira. Doutoranda em Enfermagem pela Universidade Estadual de Maringá. Docente do Curso de Enfermagem e Medicina do Unicesumar.

André Estevam Jaques, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Enfermeiro. Doutor em ciências pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - USP. Professor adjunto do Departamento de Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá.

Lígia Carreira, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Enfermeira. Pós doutora em enfermagem pela Universidade de Barcelona, Espanha. Professora Associada do curso de Graduação e Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá. Coordenadora adjunta do Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá. Consultora ad-hoc da CAPES na área de Enfermagem.

Vanessa Denardi Antoniassi Baldissera, Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Enfermeira. Doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo- USP.  Chefe Adjunta e professora adjunta do Departamento de Enfermagem e docente do Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá. 

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