Experience of women in labor with the use of flowers essences / Vivência de mulheres em trabalho de parto com o uso de essências florais

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Sonia Regina Godinho de Lara
http://orcid.org/0000-0001-7236-0273
Anna Paula Silva Magaton
http://orcid.org/0000-0002-6980-3587
Mônica Bimbatti Nogueira Cesar
http://orcid.org/0000-0001-5724-9315
Maria Cristina Gabrielloni
http://orcid.org/0000-0003-2395-9161
Márcia Barbieri
http://orcid.org/0000-0002-4662-1983

Resumo

OBJETIVO: O estudo descreve a vivencia de mulheres submetidas ao uso de essências florais como terapia não farmacológica para o alivio da dor e ansiedade durante o trabalho de parto. MÉTODOS: Pesquisa descritiva exploratória, de conteúdo qualitativo, realizada com 30 parturientes, em um centro de parto normal público, intra-hospitalar da cidade de São Paulo. RESULTADOS: Constatou-se que os efeitos da terapia floral, atuaram em sinergia, na redução dos sintomas de estresse-medo-tensão, além do aumento do bem-estar emocional proporcionando às parturientes a oportunidade de protagonizar o seu próprio trabalho de parto e parto. CONCLUSÃO: Conclui-se que o uso da essência floral, no trabalho de parto, proporcionou calma, relaxamento, concentração e coragem às mulheres, emoções estas que possibilitaram melhor controle da dor e da ansiedade.

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Como Citar
1.
de Lara SRG, Silva Magaton AP, Nogueira Cesar MB, Gabrielloni MC, Barbieri M. Experience of women in labor with the use of flowers essences / Vivência de mulheres em trabalho de parto com o uso de essências florais. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 1º de maio de 2021 [citado 4º de dezembro de 2022];12:162-8. Disponível em: http://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/7178
Seção
Research
Biografia do Autor

Sonia Regina Godinho de Lara, Universidade Federal de São Paulo

  • Enfermeira Obstetra,Mestre em Bioengenharia, Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da EPE/Unifesp.
  •  Área de domínio: Saúde da Mulher 
  • Coordenadora do Curso de Pós-Graduação de Enfermagem Obstétrica e Ginecológica Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein

 

Anna Paula Silva Magaton, Universidade Federal de São Paulo

Enfermeira. Mestranda do Programa Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo (SP), Brasil. Membro do Grupo de Pesquisa em Enfermagem Obstétrica (CENFOBS)

Mônica Bimbatti Nogueira Cesar, Universidade Federal de São Paulo

Enfermeira. Doutoranda do Programa Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo (SP), Brasil. Membro do Grupo de Pesquisa em Enfermagem Obstétrica (CENFOBS).

Maria Cristina Gabrielloni, Universidade Federal de São Paulo

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Associada do Departamento de Enfermagem na Saúde da Mulher e do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf) da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo (SP), Brasil. Lider do Grupo de Pesquisa em Enfermagem Obstétrica (CENFOBS).

Márcia Barbieri, Universidade de São Paulo

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Afiliada do Departamento de Enfermagem na Saúde da Mulher e do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf)da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo (SP), Brasil. Vice-líder do Grupo de Pesquisa em Enfermagem Obstétrica

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