Conocimiento de los profesionales de la salud sobre la violencia obstétrica en un centro de obstetricia.

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.9789/2175-5361.rpcfo.v18.14756

Palabras clave:

Violencia obstétrica, Profesionales de la salud, Parto humanizado, Enfermería obstétrica, Humanización de la Atención

Resumen

Objetivo: analizar los conocimientos, actitudes y prácticas de los profesionales de enfermería respecto a la violencia obstétrica en el Centro Obstétrico. Metodoloía: Se trata de una investigación de campo cuantitativa, descriptiva y transversal, que utilizó la metodología CAP (Conocimiento, Actitud y Práctica). Participaron cuarenta y un profesionales de enfermería mediante la aplicación de un cuestionario semiestructurado. El análisis estadístico se realizó con los programas Excel y R. Resultados: Si bien el 83% de los participantes declaró conocer el protocolo institucional sobre buenas prácticas en el parto, solo el uso de oxitocina mostró una asociación estadísticamente significativa con este conocimiento (p < 0,05). Las demás prácticas no mostraron una correlación significativa, lo que indica brechas entre el conocimiento y la ejecución. Conclusión: Se concluye que la existencia del protocolo no garantiza, por sí sola, una atención humanizada y libre de violencia obstétrica, siendo necesaria la capacitación continua y una cultura institucional de respeto hacia la parturienta.

DESCRIPTORES: Violencia obstétrica; Profesionales de la salud; Parto humanizado; Enfermería obstétrica; Humanización de la Atención.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Isis Vanessa Nazareth, Universidade Federal do Estado do Rio de Jneiro

Doutora em Ciências pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2017). Mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2013). Realiza o estágio de Pós-Doutoramento no Programa de Pós Graduação em Saúde e Tecnologia no Espaço Hospitalar, do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (PPGSTEH/CCBS/UNIRIO). Especialista em Enfermagem Neonatal pela Clínica Perinatal/ Universidade Severino Sombra (2013).Graduada e Licenciada em Enfermagem e Obstetrícia pela Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal do Pará (2009) Atualmente atua como professora de magistério superior do curso de Enfermagem e Obstetrícia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Centro Multidisciplinar UFRJ-Macaé). Coordenadora do Grupo de Pesquisa Gerar, Nascer, Crescer com Qualidade de Vida- GENESCER. Coordenadora do Projeto de Extensão Nasceu e Agora? Educação em Saúde para o Cuidado Materno com o Bebê. Membro do Núcleo de Pesquisa, Experimentação e Estudos em Enfermagem na Área da Mulher e da Criança (NuPEEMC). Experiência assistencial e de pesquisa na área de Enfermagem na Área da Saúde da Mulher e do Recém-nascido.

Inês Maria Meneses dos Santos, Universidade Federal do Estado do Rio de Jneiro

Possui graduação em Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990), graduação em Filosofia pela Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro (2022), mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998) e doutorado em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009). Atualmente é professor associado da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Enfermagem em Saúde da Mulher, atuando principalmente nos seguintes temas: enfermagem neonatal, enfermagem, enfermagem obstétrica, recém-nascido e unidade de terapia intensiva neonatal.

Citas

Oliveira L, Albuquerque A. Violência obstétrica e direitos humanos dos pacientes. Rev Juridica CEJ. [Internet]. 2018 [acesso em 28 de abril 2025];22(75). Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/27818.

Martins F, et al. Violência obstétrica: uma expressão nova para um problema histórico. Rev Saude Foco. [Internet]. 2019 [cited 2025 Mar 20];11. Available from: https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2019/03/034_VIOL%C3%8ANCIA-OBST%C3%89TRICA-Uma-express%C3%A3o-nova-para-um-problema-hist%C3%B3rico.pdf.

Carvalho AS, et al. Violência obstétrica: a ótica sobre os princípios bioéticos e direitos das mulheres. Braz J Surg Clin Res. [Internet]. 2019 [cited 2025 Feb 22];26(1). Available from: https://revista.faculdadedinamica.com.br/index.php/saudedinamica/article/view/263.

Organização Mundial da Saúde. Prevenção e eliminação de abusos, desrespeito e maus-tratos durante o parto em instituições de saúde. [Internet]. 2014 [cited 2025 Apr 25]. Available from: https://www.who.int/publications/i/item/WHO-RHR-14.23.

Araújo BC, Silva EV, Vilela MC. Um olhar sobre a violência obstétrica. Braz Appl Sci Rev. [Internet]. 2020 [cited 2025 Jun 20];4(6). Available from: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BASR/article/view/22390/17920.

Zanardo GLP, et al. Violência obstétrica no Brasil. Porto Alegre: PUCRS; 2017 [cited 2025 Jul 25]. Available from: https://www.scielo.br/j/psoc/a/J7CMV7LK79LJTnX9gFyWHNN/abstract/?lang=pt.

Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde. Diretrizes nacionais de assistência ao parto normal: versão resumida. [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2017 [acesso em 20 de fevereiro 2025]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_nacionais_assistencia_parto_normal.pdf.

Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Políticas de Saúde. Pré-natal, parto e puerpério: assistência humanizada à mulher. [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2002 [acesso em 20 de março 2025]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/parto.pdf.

Silva MI, Aguiar RS. Conhecimento de enfermeiros da atenção primária acerca da violência obstétrica. Nursing (São Paulo). [Internet]. 2020 [acesso em 20 de junho 2025];23(271). Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1147016.

Queiroz J, Silva J, Costa J. Assistência ao parto humanizado: atuação do enfermeiro. [Internet]. Senhor do Bonfim: Faculdade Ages; 2023 [acesso em 20 de junho 2025]. Disponível em: https://repositorioapi.animaeducacao.com.br/server/api/core/bitstreams/c105ecc6-b312-4f9f-800e-0b66984e8120/content.

Organização das Nações Unidas. Transformando nosso mundo: a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. [Internet]. Brasília: ONU Brasil; 2015 [acesso em 12 de fevereiro 2026]. Disponível em: https://brasil.un.org/sites/default/files/2020-09/agenda2030-pt-br.pdf.

Souza VRS, Marziale MHP, Silva GTR, Nascimento PL. Tradução e validação para a língua portuguesa e avaliação da checklist COREQ. Acta Paul Enferm. [Internet]. 2021 [acesso em 11 de fevereiro 2026];34:eAPE02631. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ape/a/sprbhNSRB86SB7gQsrNnH7n/abstract/?lang=pt.

Pascotini FS, et al. Instrumento de conhecimento, atitudes e práticas (CAP) para enfrentamento de epidemias e pandemias. Saude Debate. [Internet]. 2025 [cited 2025 Jul 15];49(144):e9792. Available from: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/QCkKj6N7Gd9mj3j4DrH8TXK/.

Fundação Oswaldo Cruz. Nascer no Brasil: inquérito nacional sobre parto e nascimento. [Internet]. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2023 [acesso em 25 de fevereiro 2025]. Disponível em: https://nascernobrasil.ensp.fiocruz.br/.

Hill CM, Fantasia HC, Burnette S. Implementing a respectful maternity care guideline during childbirth experiences. Nurs Womens Health. [Internet]. 2024 [cited 2025 Mar 3];28(1). Available from: https://doi.org/10.1016/j.nwh.2023.09.006.

Araújo SLS, et al. Revisão sistemática: conhecimento dos profissionais de saúde acerca da violência obstétrica. Braz J Health Rev. [Internet]. 2023 [cited 2025 Feb 20];6(6). Available from: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/65838.

Silva JS, Dullius WR. Conhecimentos dos enfermeiros sobre a violência obstétrica: uma revisão integrativa. Rev JRG Estud Acad. [Internet]. 2024 [acesso em 20 de abril 2025];7(15). Disponível em: https://revistajrg.com/index.php/jrg/article/view/1358.

Cavalcante KC, Silva CSM, Figueiredo NMA. Significado do medo no parto: percepção das mulheres em um centro de parto normal. Rev Pesq Cuid Fundam Online. [Internet]. 2025 [acesso em 22 de fevereiro 2025];18:e14313. Disponível em: https://doi.org/10.9789/2175-5361.rpcfo.v18.14313.

Carmo ACCS, Lopes MA, Rodrigues VAS. Violência obstétrica: percepção e conhecimento dos enfermeiros e das parturientes. Rev Saude Dinamica. [Internet]. 2024 [acesso em 24 de junho 2025];6. Disponível em: https://revista.faculdadedinamica.com.br/index.php/saudedinamica/article/view/263.

Miranda FL, et al. Violência obstétrica: percepções de enfermeiros obstétricos em uma maternidade de Minas Gerais. HU Rev. [Internet]. 2019 [cited 2025 Mar 25];45(4). Available from: https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/27818.

Leite TH, et al. Epidemiologia da violência obstétrica: uma revisão narrativa do contexto brasileiro. Cien Saude Colet. [Internet]. 2024 [cited 2025 Mar 22];29:e12222023. Available from: https://www.scielo.br/j/csc/a/LbMdhqnGHfRRhNfJWJgpPjd/.

Camargo FCM, Lima RFS, Santos AM, Silva LR, Santos IMM. The applicability of the theory of cultural care from nurses in periodics about health of Brazil (1992-2011). Rev Pesqui (Univ Fed Estado Rio J Online). [Internet]. 2014 [cited 2026 Mar 6];6(4). Available from: https://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/2347.

Publicado

2026-05-11

Cómo citar

1.
Amanda Machado Araújo M, Nazareth IV, Santos IMM dos. Conocimiento de los profesionales de la salud sobre la violencia obstétrica en un centro de obstetricia. Rev. Pesqui. (Univ. Fed. Estado Rio J., Online) [Internet]. 11 de mayo de 2026 [citado 17 de junio de 2026];18:e-14756. Disponible en: https://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/14756

Número

Sección

Artículo original

Artículos más leídos del mismo autor/a

1 2 > >> 

Plum Analytics