Epidemiological profile of infant mortality in Minas Gerais during 2020: a retrospective study
DOI:
https://doi.org/10.9789/2175-5361.rpcfo.v17.13013Keywords:
Mortalidade Infantil, Saúde da Criança, Atenção Primária à SaúdeAbstract
Objective: to identify the epidemiological profile of infant mortality in Minas Gerais during 2020. Method: a descriptive, exploratory, retrospective, cross-sectional study with a quantitative approach, carried out in Minas Gerais using publicly accessible data from the Mortality Information System. The sample consisted of 2,581 infant deaths reported during 2020. Results: male (55.5%), brown (51.8%), hospital deaths (94.3%). Prevalence of young mothers under 30 years of age (52.5%), eight to 11 years of schooling (49.4%), pregnancy lasting less than 36 weeks (59.9%), single (77.9%), cesarean delivery (45.0%) and underweight at birth (62.6%). The main causes of death were: perinatal conditions (61.6%) and congenital malformations, deformities and chromosomopathies (25.0%). Conclusion: the high rate of infant deaths reported in Minas Gerais in 2020 presents important gynecological and obstetric precedents which can have a direct impact on the increase in the Infant Mortality Rate during the early neonatal period.
Downloads
References
United Nations Children's Emergency Fund. Levels and trends in child mortality. United Nations Inter-Agency Group for Child Mortality Estimation (UNIGME), Report 2021. New York: UNICEF, 2021 [cited 2022 aug 28]. Available from: http://www.unicef.org/media/79371/file/UN-IGME-child-mortality-report-2020.pdf.pdf
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Mortalidade infantil no Brasil. Bol. epidemiol. [Internet]. 2021 [acesso em 28 de agosto 2022];52(37). Available from: http://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/edicoes/2021/boletim_epidemiologico_svs_37_v2.pdf.
Silva FR, Moura DNA, Gonçalves MF, Gusmão RB, Freitas ED, Simões MO, et al. Análise da mortalidade infantil no leste de Minas Gerais, 2008-2019. HU Rev. [Internet]. 2021 [acesso em 8 de maio 2022];47(1). Disponível em: http://doi.org/10.34019/1982-8047.2021.v47.34178.
Brasil. Ministério da Saúde. Portal da Saúde. Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde. Indicadores de mortalidade: taxa de mortalidade infantil. Brasília: DATASUS, 2000 [acesso e, 18 de abril 2022]. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2000/fqc01.htm.
Barros FF, Mendonça AP, Furtado FJA, Boer LA. Perfil de mortalidade de crianças menores de 1 ano em Criciúma (SC), de 2015 a 2019. Espac. Saúde. [Internet]. 2022 [acesso em 14 de abril 2022];23(1). Disponível em: http://doi.gov/10.22421/1517-7130/es.2022v23.e810.
Silva AP, Tobias GC, Teixeira CC. Perfil dos óbitos infantis: um reflexo da assistência à saúde. Rev. Enferm. UFPE on line. [Internet]. 2019 [acesso em 14 de abril 2022];13(4). Disponível em: http://doi.org/10.5205/1981-8963-v13i04a237731p973-980-2019.
Broday GA, Kluthcovsky ACGC. Mortalidade infantil e estratégia saúde da família na 3ª Regional de Saúde do Paraná, de 2005 a 2016. Rev. Paul. Pediatr. (Ed. Port., Online). [Internet]. 2022 [acesso em 14 de abril 2022];40(1). Disponível em: http://doi.org/10.1590/1984-0462/2022/40/2020122.
Cavalcante JNB, Coutinho DJG. A importância e aplicabilidade dos sistemas de informações sobre nascidos vivos e mortalidade: uma revisão integrativa. Braz. j. dev. [Internet]. 2021 [acesso em 28 de agosto 2022];7(7). Disponível em: http://doi.org/10.34117/bjdv7n7-482.
Fundação Abrinq. Comitê de mortalidade infantil: entenda como a prática pode contribuir para zerar as mortes evitáveis de crianças. São Paulo, 24 nov. 2021 [acesso em 15 de julho 2022]. Disponível em: http://www.fadc.org.br/noticias/entenda-a-importancia-do-comite-de-mortalidade-infantil.
Justino DCP, Andrade FB. Análise espacial das causas de mortalidade infantil no Brasil de 2000 a 2015. Rev. Cienc. Plur. [Internet]. 2020 [acesso em 28 de agosto 2022];6(3). Disponível em: http://doi.org/10.21680/2446-7286.2020v6n3ID21978.
Souza DRS, Silva SBL, Duarte IAA, Fernandes AKMP, Barreto FAMO, Andrade FB. Associação da adesão das regiões do Brasil à Rede Cegonha com a mortalidade materna e outros indicadores de saúde. Rev. Cienc. Plur. [Internet]. 2022 [acesso em 28 de Agosto 2022];8(2). Disponível em: http://doi.org/10.21680/2446-7286.2022v8n2ID26632.
Vasconcelos JPR, Rosa JCS. Mortalidade infantil em menores de cinco anos de idade no município de Águas Lindas de Goiás. Rev. Eletr. Gestão Saúde. [Internet]. 2016 [acesso em 16 de abril 2022];7(1). Available from: http://periodicos.unb.br/index.php/rgs/article/view/3403/3088.
Brito GEG, Mendes ACG, Santos Neto PM. O objeto de trabalho na Estratégia Saúde da Família. Interface (Botucatu). [Internet]. 2018 [acesso em 28 de agosto 2022];22(64). Disponível em: http://doi.org/10.1590/1807-57622016.0672.
Pasklan ANP, Queiroz RCS, Rocha TAH, Silva NC, Tonello AS, Vissoci JRN et al. Análise espacial da qualidade dos serviços de Atenção Primária à Saúde na redução da mortalidade infantil. Ciênc. saúde coletiva (Online), 1678-4561. [Internet]. 2021 [acesso em 28 de agosto 2022];26(12). Disponível em: http://doi.org/10.1590/1413-812320212612.24732020.
Leal MC, Bittencourt SDA, Torres RMC, Niquini RP, Souza Junior PRB. Determinantes do óbito infantil no Vale do Jequitinhonha e nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Rev. saúde pública (Online). [Internet]. 2017 [acesso em 16 de abril 2022];51(1). Disponível em: http://doi.org/10.1590/S1518-8787.2017051006391.
Silveira BRM, Mota EC, Silva DVA, Borges MCDS, Azevedo SLG. Evolução da mortalidade infantil em um município do norte de Minas Gerais, 2000-2010. Rev. chil. cienc. méd. biol. [Internet]. 2020 [acesso em 30 de setembro 2022];19(2). Disponível em: http://dx.doi.org/10.9771/cmbio.v19i2.33942.
Alves TF, Coelho AB. Mortalidade infantil e gênero no Brasil: uma investigação usando dados em painel. Ciênc. saúde coletiva (Online), 1678-4561. [Internet]. 2021 [acesso em 18 de outubro 2023 ];26(4). Disponível em: http://doi.org/10.1590/1413-81232021264.04022019.
Silva AF, Silva JP. Mortalidade infantil evitável em Minas Gerais: perfil epidemiológico e espacial. Rev. bioét. [Internet]. 2020 [acesso em 30 de setembro 2022];28(2). Disponível em: http://doi.org/10.1590/1983-80422020282389.
Bernardino FBS, Gonçalves TM, Pereira TID, Xavier JS, Freitas BHBM, Gaíva MAM. Tendência da mortalidade neonatal no Brasil de 2007 a 2017. Ciênc. saúde coletiva (Online), 1678-4561. [Internet]. 2022 [acesso em 30 de setembro 2022];27(2). Disponível em: http://doi.org/10.1590/1413-81232022272.41192020.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico. 5. ed. Brasília: MS; 2012.
Silva CF, Leite AJM, Almeida NMGS, Leon ACMP, Olofin I. Fatores associados ao óbito neonatal de recém-nascidos de alto risco: estudo multicêntrico em Unidades Neonatais de Alto Risco no Nordeste brasileiro. Cad. Saúde Pública (Online). [Internet]. 2014 [acesso em 19 de novembro 2023];30(2). Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/0102-311X00050013.
Sanders LSC, Pinto FJM, Medeiros CRB, Sampaio RMM, Viana RAA, Lima KJ. Mortalidade infantil: análise de fatores associados em uma capital do Nordeste brasileiro. Cad. saúde colet., (Rio J.). [Internet]. 2017 [acesso em 25 de novembro 2023];25(1). Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/1414-462X201700010284.
Santos WS, Dias JVL, Pires HHR. Mortalidade infantil em municípios da microrregião da Serra Geral, Minas Gerais: uma série histórica entre 2008-2016. Rev. Des. Soc. [Internet]. 2020 [acesso em 30 de setembro 2022];26(2). Disponível em: http://doi.org/10.46551/issn2179-6807v26n2p215-237.
Brito LCS, Sousa WEA, Coelho SF, Pachêco HSA, Moreira RD, Lira Júnior JW, et al. Aspectos epidemiológicos da mortalidade infantil. Rev. Enferm. UFPE on line. [Internet]. 2021 [acesso em 30 de setembro 2022];15(1). Disponível em: https://doi.org/10.5205/1981-8963.2021.244656.
Costa LD, Borges LM. Características epidemiológicas da mortalidade neonatal e infantil em uma regional de saúde. Arq. Ciênc. Saúde UNIPAR. [Internet]. 2022 [acesso em 30 de setembro 2022];26(1). Disponível em http://doi.org/10.25110/arqsaude.v26i1.2022.8250.
Downloads
Published
Versions
- 2025-04-22 (2)
- 2025-03-11 (1)
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
TRANSFER AGREEMENT COPYRIGHT I transfer copyright of the article to the Journal of Care Survey is Fundamental - Online - RPCF, so it is accepted due to electronic publishing. The copyright includes the right to reproduce in whole or in part by any means, distributing that article, including figures, photographs, and any translations. The author can also print and distribute copies of your article, stating that since the rights belong to RPCF. I declare that this manuscript is original and has not been submitted for publication, in whole or in part to other online journals or not, so BMMC in the Annals of scientific events or book chapters.












